Feitiçaria

Quando cheguei em Sedona, nas montanhas do Arizona, um enorme grupo de motociclistas realizava um encontro na cidade. Eram muitas motocicletas reunidas, a ponto de me parecer impossível contá-las. O trânsito, outrora tranquilo, estava bem complicado. Demorei um bom tempo para chegar à casa de Canção Estrelada, o xamã que tinha o dom de transmitir a filosofia ancestral do seu povo através da palavra. Alheio ao burburinho que acontecia nas ruas, lojas e restaurantes, sentado na cadeira de balanço da varanda, ele baforava o seu indefectível cachimbo com fornilho de pedra vermelha. Fui recebido com um sorriso sincero e um abraço forte. Depois de deixar a mochila no quarto de hóspedes, comentei que aqueles homens e mulheres, com suas motocicletas e um jeito próprio de se vestir, personificavam a liberdade, a rebeldia e a eterna juventude. Enquanto me escutava, xamã que parecia se divertir com a fumaça que bailava diante dos seus olhos, virou-se para mim e me perguntou: “O fato de me tornar monge e morar em um mosteiro me aproximará de Deus?”. Respondi que, necessariamente, não. Viver o sagrado em si mesmo é, antes de tudo, uma atitude intrínseca de se conhecer melhor para se transformar em uma pessoa diferente, não no discurso nem nas vestes, mas na maneira de ser e de viver. Ainda que usando as mesmas roupas e sem mudar de endereço. Canção Estrelada, se referindo aos motociclistas, disse: “Alguns são indivíduos livres, rebeldes e possuem o espírito jovem. A maioria ainda está aprisionada a um feitiço muito antigo”.

Questionei se feitiçaria existia, mormente aquela na qual, em rituais, se utiliza objetos como instrumentos magnetizadores com capacidade de influenciar o comportamento alheio. O xamã balançou a cabeça e afirmou: “Sem dúvida, tanto para o bem quanto para o mal. O limiar que separa um do outro, por vezes, é tênue a olhos não experimentados. Não é uma conversa que se pode ter com qualquer pessoa, pois, pouquíssimos estão prontos para o uso adequado.  As tentações de interferência na esfera dos desejos e manipulação de poder são enormes”. Olhou-me com seriedade e disse: “Você ainda não está pronto para saber mais sobre esse delicado tema. Por ora, apenas raciocine que aquilo que entendemos como sendo matéria é apenas uma certa quantidade de energia condensada, logo, acumulada. Trata-se uma conclusão da moderna Física Quântica. Liberar e manipular essa energia retida em determinados objetos, adequados para múltiplos fins, é uma das modalidades de feitiçaria praticada há milênios. Claro que com a ajuda de entidades, ora da luz, ora das trevas, a depender do direcionamento desejado e da afinidade vibratória do mago. A tecnologia atual aplica o mesmo método da antiga magia. Rompem as partículas atômicas para o uso da energia represada, seja pelas maravilhas da medicina, seja pelo horror da guerra. Digo isto apenas para que você compreenda que o assunto não é brincadeira nem ficção. Em um dia distante, conversaremos mais sobre isso”.

Insisti em saber de qual feitiço ele se referia quando afirmou que a maioria das pessoas que se acreditam livres, rebeldes e com espírito jovem, estariam aprisionadas. Canção Estrelada baforou o cachimbo e disse: “A ilusão é a feitiçaria mais vulgar, mas também aquela que mais prisioneiros mantêm sob o seu domínio. A antítese da ilusão é a realidade. A fronteira entre elas se expande ou se contraí de acordo com o nível da verdade que o indivíduo alcançou em relação a si mesmo. Somente a partir deste ponto conseguirá compreender o mundo ao redor”.

“Enquanto não acontecer, se manterá prisioneiro em uma cela da qual não perceberá as grades. A razão é simples. O jeito de pensar e de sentir são os limites da vida. Ninguém consegue ir além disso. Não há como viver aquilo que acredito impossível de fazer. De outro lado, crer no que não existe é o outro canto da mesma cela. A liberdade tem como base a capacidade de pensar desatrelada aos condicionamentos culturais, as imposições sociais e aos preconceitos ancestrais. É preciso também que esteja além das influências limitantes e das garras do domínio interpessoal. Todos têm as raízes fincadas no solo pantanoso do medo, o mais sagaz feitiço das sombras. Sob seus efeitos, ninguém acredita na própria capacidade nem nos seus dons. Não existe liberdade com medo. Necessário também certo grau de equilíbrio emocional para que as paixões não sejam motivos de limitações típicas provocadas pela irritação ou tristeza, emoções que restringem o poder libertador das escolhas”.

“A rebeldia reside na percepção de que as leis humanas ou as sentenças judiciais, que pautam o comportamento em sociedade, nem sempre são expressões da justiça como virtude. Como tal, a justiça precisa se manifestar em dignidade, elaboração concebida após se analisar os múltiplos aspectos que envolvem uma mesma questão. Também não pode faltar a sensibilidade aflorada, pois não existe justiça sem amor, fator indispensável para que todas as decisões tenham um caráter educativo. Sempre. Do contrário, leis e sentenças não passam de meros instrumentos de controle individual e ordem coletiva. Uma sociedade numérica e automatizada. Pior, não raro, utilizada para defesa de interesses escusos, rasteiros e manipulação de poder. Em nosso atual estágio evolutivo, leis e sentenças se fazem necessárias em razão da incompreensão sobre direitos e deveres fundamentais, mas indispensáveis também são os seus inadiáveis aperfeiçoamentos, apenas possível no compasso dos aprimoramentos individuais. Toda evolução nasce na parte em direção ao todo. Não há como fazer diferente”.

“A rebeldia nos remete a um comportamento aparentemente desajustado, nas vezes em que o indivíduo se recusa em aderir ao efeito manada. As sociedades costumam se mover por medo. Quando alguém ousa se movimentar através de um nível de verdade capaz de desmanchar o medo comum ou consegue ver onde o olhar da maioria não alcança, passa a ter um comportamento marginal, não no sentido pejorativo da palavra, mas por ter atitudes que o deixam à margem do pensamento dominante, algo quase nunca confortável, seja pelas críticas, seja pelo banimento social. Contudo, essa ideia costuma servir de desculpa para indivíduos estagnados, sem força de movimento, que adotam o conceito para se rotularem e, com isto, se sentirem melhores. Em verdade, vivem enfeitiçados pela ilusão que criaram para as próprias vidas. Não são livres pensadores, apenas pessoas que acreditam que a imagem criada possa alterar um conteúdo ainda não conquistado”.

“Vale ressaltar que rebeldia nada tem a ver com violência. Os indivíduos mais rebeldes que pisaram neste planeta foram mansos e pacíficos. Sem exceção. Foram firmes ao estabelecer limites de acordo com as suas verdades, mas incapazes de qualquer agressividade. Havia humildade, simplicidade e compaixão. Suas atitudes falavam mais alto que as suas palavras. Deles nasceram as transformações irreversíveis e as revoluções significativas, pois a força se movimentou das consciências individuais para o mundo e não em sentido inverso. Só existe evolução onde não haja nada de estranho à sabedoria e ao amor”.

Calou-se. Com o olhar que vagava para além do céu azul, o xamã me pareceu recordar algumas lembranças longínquas. Questionei sobre a sensação de se manter jovem. Ele explicou: “Manter-se jovem é uma analogia aos constantes aprimoramentos intrínsecos, uma realidade e um atributo do espírito imortal que, diferente do corpo, sujeito aos efeitos de deterioração do tempo planetário, movimenta o tempo cósmico ao seu favor através das infinitas transformações. Torna-se cada vez mais sutil. O espírito se densifica quando estagnado e avesso à evolução. Manter-se jovem é também hábito ligado ao exercício da liberdade por ampliar a consciência e aprofundar a capacidade de amar. Manter-se digno mesmo diante de atos de absoluta iniquidade aprovados pela maioria; assim nasce um rebelde. A rebeldia se caracteriza pela constante disposição em se tornar uma pessoa diferente e melhor todos os dias. Quando o comportamento se estabelece fora dos cânones sociais, mas coerente com a verdade que já consegue alcançar, o rebelde atinge a maturidade. Ao contrário do que muitos acreditam, a rebeldia não está nos gritos, na balbúrdia nem na confusão, mas no trato gentil e honesto com toda a gente. Isso o manterá jovem pela regeneração proporcionada ao seu espírito imortal”.

“Enfim, ninguém se tornará livre, rebelde e jovem pelo mero fato de passear com um grupo de motociclistas, uma ilusão bem explorada pelo cinema e pela propaganda. Deu de ombros e concluiu: “Viajar de motocicleta será sempre um passeio agradável. Nada mais do que isto. Você será livre, rebelde e jovem todas as vezes que conseguir andar na contramão dos condicionamentos, vícios, influências, domínios e preconceitos de toda ordem, em plena coerência com a verdade já conquistada. Saiba que essa viagem se faz sem atropelar os outros, ou seja, compreendendo que ninguém está obrigado a lhe acompanhar. Seja sincero sem nunca deixar de ser delicado. Já há desastres demais”.

“Vivemos uma época em que pessoas e empresas têm grande preocupação com as suas imagens. De que vale uma imagem sem conteúdo? Ninguém consegue esconder por muito tempo a verdadeira essência quando dissociada da aparência que o representa. Vestir-se de determinado jeito comporá uma imagem sem alterar o conteúdo. Não, ninguém se tornará mais livre, rebelde ou jovem por causa das roupas, cortes de cabelo, gírias, piercings ou tatuagens. Sem desmerecer a importância dos cerimoniais, a beca, a pompa e o discurso rebuscado em nada aproximam um magistrado da justiça enquanto ele não entender a profundidade do compromisso assumido. De nada valem a elegância do paletó e da gravata de fina alfaiataria se não levo a sério os princípios e valores pelos quais verdadeiramente acredito. Vivo em ser quem nunca fui e não serei de perto o que aparento de longe. Qualquer mérito sem virtude representa uma existência oca. Eis a bruxaria do vazio. Uma casa sem alicerces não conseguirá se manter de pé após uma tempestade mais severa. Não lamente o feitiço do qual você mesmo foi o feiticeiro”. 

“Dessa forma, a ilusão se torna uma poderosa bruxaria a impedir que o melhor de cada pessoa floresça. Isto irá se perpetuar enquanto as suas próprias sombras estiverem no comando de uma aldeia denominada consciência. O medo entrega o domínio das ações ao orgulho, à vaidade, ao vitimismo, à transferência de responsabilidade sobre a própria vida. O mundo nunca irá nos tratar como pensamos merecer. Saiba que isso pouco importa para uma vida plena. Vale a maneira como iremos reagir diante de cada tempestade. Alguns naufragam, outros aprendem a usar os ventos fortes para irem além de onde estavam. A reação sempre positiva está atrelada a uma conquista mais ampla e profunda sobre às próprias escolhas. Desejar que todos compreendam as nossas razões e sentimentos é ativar o feitiço do eterno sofrimento. Entenda a si mesmo e se encante consigo. Há muita beleza oculta dentro da gente. Cuide das suas sementes, aprecie o desabrochar das flores e se alegre com a doçura dos frutos. Distribua-os; você e o mundo merecem. Perceba as estações que vão e as que vem. Evoluir é aprender a jardinar. Tudo mais é ilusão. Magia é a transmutação da minúscula semente em uma árvore frondosa. Todo jardineiro é um mago da luz”.   

Comentei que muitas pessoas gostariam de mudar de vida como maneira de desmanchar o feitiço da mesmice, do vazio e do tédio. Canção Estrelada abriu os braços como se falasse o óbvio e disse: “Ninguém tira as meias antes de descalçar os sapatos. Esta é a importância dos cerimoniais, por estabelecerem uma maneira inteligente e coerente de construção e realização. Para desmanchar um feitiço você precisa fazer a magia em sentido inverso. Ao se vestir, você irá antes vestir as meias para depois colocar os sapatos. A mesmice, o vazio e o tédio alastram os seus poderes porque nos preocupamos demais com a imagem enquanto o conteúdo não recebeu os mesmos cuidados. Insistimos em trocar de meias sem tirar os sapatos; teimamos em mudar a imagem antes de alterar o conteúdo. Então, o feitiço se perpetua. O mais comum é entrar para uma academia de ginástica, começar um regime, trocar o corte do cabelo e o estilo de vestir. Não há nada de errado nisso, ao contrário, aumenta a autoestima e incentiva às demais mudanças. Porém, é preciso cuidar com mais afinco do conteúdo, onde residem as verdadeiras transformações. Atividades ligadas ao autoconhecimento, como cursos, leituras, meditação e boas terapias introspectivas. Para se sustentar uma bela imagem, ela precisa estar coerente com a riqueza do conteúdo. Pintar uma casa tem muito valor, mas não se pode esquecer das melhorias internas. Uma casa vale pelo bem-estar que sentimos dentro dela”. Arregalou as sobrancelhas e me lembrou: “Embora vivamos no mundo, cada um mora dentro de si mesmo”.

Indaguei ao xamã qual feitiço seria o mais cruel. Ele balançou a cabeça como quem tem convicção naquilo que fala e explicou: “O mito da incapacidade. Quando deixo de acreditar que não conseguirei me expandir para além das fronteiras de quem eu sou, ficarei impedido de despertar a beleza adormecida em mim. Significa que estou envolvido sob efeito de uma das bruxarias mais sombrias que existem”. 

“O mais grave e danoso é o fato de se tratar de um dos feitiços mais difíceis de desmanchar, uma vez que foi ativado pelo próprio indivíduo contra si mesmo ou permitiu que alguém o acionasse. Resgatar a confiança é entender o poder perdido e ir buscá-lo no âmago do próprio ser, no mesmo local onde encontraremos o coração do mundo. Lá está a força infinita capaz de desmanchar a escuridão da vida. Não há outro caminho”.

Questionei a razão de tamanha complexidade. Canção Estrelada foi didático: “A dificuldade reside na aparência de comodidade proporcionada pela escuridão. Viver é perigoso, o mundo é mau, as pessoas vão te decepcionar, a sociedade é implacável, o sistema não permite ninguém se desenvolver, se ficar escondido ninguém vai te chatear, se tentar vai quebrar a cara mais uma vez, entre outros conselhos típicos das sombras. Elas o convencem que só dói se você se mexer. Uma ilusão que o fará acreditar que o melhor é ficar parado e a escuridão é um bom lugar para se viver. Então, qualquer luminosidade incomoda por mostrar a realidade que você não deseja ver por faltar disposição para enfrentá-la. A luz mostrará a estagnação, assim como o processo acelerado de apodrecimento. Algo bastante desconfortável. O grau de dificuldade sobe aos degraus mais altos quando a gaiola é dourada e atendida com requintes e privilégios. É impossível desmanchar um feitiço enquanto o enfeitiçado for o próprio feiticeiro. Não há como libertar um prisioneiro que se apaixonou pelo cárcere”.

Eu quis saber sobre outras espécies de feitiçaria. Canção Estrelada lembrou de um bastante comum: “Repare no domínio que algumas pessoas, situações e coisas têm sobre você. Perceba a razão pela qual algumas pessoas exercem tamanho fascínio, ao ponto de gerar uma relação de idolatria ou, próximo disso, possuírem tanta influência que você não consegue manifestar a sua verdade diante delas”. Falei que era um comportamento denominado como dependência emocional. O xamã balançou a cabeça para dizer que concordava e acrescentou: “É preciso entender a origem desse feitiço para desmontar essa insalubre relação de domínio. Onde existe um senhor, há também um escravo”. Baforou o cachimbo e prosseguiu: “Não é só. Por que algumas situações, muitas delas corriqueiras, têm a força de nos furtar a paz? Qual o motivo da dificuldade de abdicarmos de hábitos que, embora tenhamos consciência do grau de nocividade que possuem e, mesmo sabendo do mal que provocam, não conseguimos nos libertar deles? Há muita feitiçaria no mundo. Faz-se necessário um espírito livre, rebelde e jovem para se viver fora dos seus domínios”.

Falei que gostaria de conhecer aspectos mais amplos e profundos da magia. Canção Estrelada me lembrou do essencial: “Magia é transformação da realidade para quaisquer dos polos, positivo ou negativo. Todos já têm à mão muitos dos poderes de um experimentado feiticeiro, mesmo sem se imiscuir em aprendizados mais elaborados para a manipulação de energias com o intuito de alterar vontades e destinos. A palavra pode ter o efeito medicinal pelo bem provocado ou destruidor pelo mal proporcionado; um abraço tem a força acolhedora do tamanho do mundo, o desprezo pode ferir mortalmente; a paciência tem o poder indispensável ao florescimento, a intolerância tem a aridez de um longo deserto; o perdão reescreve o final de uma história, a mágoa lança os livros na fogueira do ódio; a alegria adoça os frutos, o mau humor os envenena; o amor amplia e movimenta, o medo estreita e paralisa”. Fez uma pausa e explicou: “Todos somos magos, não há como negar esse dom. A cada escolha, definimos luz ou sombras, então entendemos qual lado servimos naquele instante”. 

Perguntei como fazer para desmanchar os feitiços aos quais ele se referiu. Canção Estrelada arqueou os lábios em leve sorriso e ensinou: “Toda feitiçaria precisa de um cerimonial inverso para o devido desfazimento. Nesses casos, o ritual se realiza no âmago do ser, onde se localiza o palco sagrado da vida. Então, sem medo nem pressa, será necessário afastar as cortinas que o escondem de si mesmo, uma a uma, para que nada o impeça de um dia bailar com toda a intensidade ao ritmo da própria luz”.

Tornou a acender o cachimbo com fornilho de pedra vermelha e finalizou a conversa: “Qualquer feitiçaria só me envolverá em escuridão enquanto eu não aprender a manifestar a magia da luz que trago comigo”. 

Imagem: Lukas Godja – Dreamstime.com

Discussões — 16 Respostas

  • Adélia Maria Milani 15 de outubro de 2020 on 20:59

    GRADITÃO!!!!! UM MILHÃO DE VEZES!

  • Edilamar Pavan Nelson 3 de outubro de 2020 on 10:41

    Gratidão 🙏🙏😊😊.

  • Joane 10 de setembro de 2020 on 23:27

    Gratidão ❤️✨🌹

  • Christiano 10 de setembro de 2020 on 14:05

    Como num passe de magica , este texto vai fundo na alma como uma faca fria a dilacerar imagens distorcidas que criamos no nosso cotidiano. abracadabra!!! E o espelho se parte!!! Amem meu caro! Que suas palavras reverberem por entre vales e colinas. Grato pelo pão nosso de cada dia. Aum!

  • SCHWEITZER 10 de setembro de 2020 on 10:29

    O mito da incapacidade. Q forma genial de explicar um mal q para muitos é invisivel. Amei o texto.

  • Gleiza Jordânia 4 de setembro de 2020 on 07:25

    Que reflexão perfeita! Gratidão😊

  • Daniel 2 de setembro de 2020 on 21:16

    Obrigado por compartilhar.

  • Adélia Maria Milani 31 de agosto de 2020 on 22:39

    Gratidão!!!

  • Santana 31 de agosto de 2020 on 22:36

    Obrigado!

  • Aléxia Pauline Tavares Altíssimo 29 de agosto de 2020 on 22:41

    Maravilhoso! Gratidão Yoskhaz. Amei a forma que você escreveu e revelou que cada um de nós somos senhores e senhoras de magia. Gratidão por nos ajudar a conectarmos com nosso poder.

  • Magnum 28 de agosto de 2020 on 22:21

    Perfeito.

  • Cris 27 de agosto de 2020 on 12:10

    Poxa vida! Melhor texto! Amei! Canção estrelada é maravilhoso! Pena que esse texto tem poucos views. Mas compreendo. Não são todos que irão entender o conteúdo dele, como disse o xamã

  • Sergio Abreu 27 de agosto de 2020 on 10:29

    Mais um texto para refletir… Gratidão!!

  • Fernando Cesar Machado 27 de agosto de 2020 on 09:54

    Gratidão profunda e sem fim…

  • Terumi 27 de agosto de 2020 on 09:20

    Gratidão imensa! 🙏

  • Cintia Faro 27 de agosto de 2020 on 06:46

    Simplesmente encantador! Gratidão!