O jogo da vida

As duas canecas fumegantes de café foram postas sobre o balcão de madeira da oficina de Loureiro, o sapateiro amante dos livros de filosofia e dos vinhos tintos. A pequena e charmosa cidade que ficava no sopé da montanha que abrigava o mosteiro ainda despertava. Havia quase um ano que não nos encontrávamos. Tínhamos muitas ideias para trocar. Comentei com ele um aspecto que me chamava a atenção nos últimos tempos: “As pessoas não sabiam ou tinham desaprendido a pensar”. O artesão me olhou com interesse e provocou: “O que pode ser mais íntimo a um indivíduo do que os seus pensamentos?”. Concordei, mas ponderei: “Nenhuma relação é tão intrínseca e, talvez, mais importante do que um sujeito com as suas ideias. Um relacionamento que define a música da vida e as cores do mundo. Estabelece as leis da selva ou as regras do templo, as noites tempestuosas e as manhãs de sol à beira-mar. Aflições, mágoas e desânimos ou serenidade, compaixão e entusiasmo, a depender do equilíbrio com o qual os pensamentos se sobrepõem uns aos outros, a coerência que possuem com os seus princípios éticos ou os desvios conduzidos pelos interesses rasteiros, além da harmonia com que convivem com os seus sentimentos mais puros ou a bagunça que as ideias se tornam ao se misturarem com as emoções aviltadas”. Loureiro continuou a me instigar: “Você está me dizendo que pensar não é uma tarefa fácil?”. Balancei a cabeça em anuência: “É dificílima. Mais grave, não raro, se trata de uma relação corrompida. A que preço cada um de nós prostitui a própria verdade?”.

Sem responder à pergunta, Loureiro expandiu o raciocínio: “Isso a qual você se refere, embora seja atual, já era uma preocupação dos filósofos da Grécia Antiga. Platão escreveu um texto muito interessante, conhecido como O anel de Giges. Nele, conta a história de um homem pacato e simples que ao descobrir um anel que concedia o poder da invisibilidade, passou a cometer terríveis atrocidades, inimagináveis a um cidadão considerado sensato e cumpridor das leis. A questão era entender como cada pessoa se comportaria ao saber que a sua reputação e direitos não estariam em riscos ao praticar atos impossíveis de serem revelados. O hipotético anel seria uma experiência para que pudéssemos descobrir a verdade sobre quem não somos, o quanto de nós é apenas o personagem social que interpretamos, moldados pelas aparências, impulsionados pelos desejos ou limitados pelo medo. Também cabe a análise de como lidamos com as ideias que nos constroem, a sinceridade com a qual nos relacionamos conosco e as mentiras que acreditamos no intuito de deixar a vida mais confortável. Todos os meus conflitos com o mundo surgem das verdades e ideias desalinhadas que possuo quanto a mim mesmo. Obrigatoriamente”.  

Bebeu um gole de café e disparou: “Evoluir, em suma, é aprender a amar mais e a pensar melhor”. 

A conversa estava animada, mas ainda no começo. Havia várias escalas tanto para ampliar quanto para aprofundar a ideia, quando fomos interrompidos pela chegada do sobrinho do sapateiro. Luiz era o seu nome. Ele estava diante de um dilema existencial, objeto da perturbação que o acompanhava há dias. O rapaz tinha formação em psicologia e especialização em psicanálise. Tinha paixão pelos estudos de Carl Jung. Trabalhava em um consultório comunitário em uma metrópole onde morava, cerca de duas horas da cidadezinha que estávamos. Não tinha clientes suficientes para manter um consultório particular. Como é comum no início de uma carreira profissional, enfrentava muitas dificuldades, entre elas, e principalmente, a financeira. O dinheiro que ganhava mal dava para pagar o aluguel de um apartamento minúsculo e cobrir os gastos com alimentação. Achava que o seu talento merecia melhor reconhecimento por parte das pessoas e, como consequência, maior remuneração. Como não acontecia, cada vez mais, aquela situação aumentava o seu abatimento e desânimo. Luiz amava a profissão que escolhera, mas não suportava as enormes dificuldades que enfrentava.

Os seus pais se divorciaram quando ele ainda era garoto. Luiz ficou morando com a mãe, irmã de Loureiro. Embora o pai tivesse se mudado para outra cidade, mantiveram contato na medida do possível, face aos compromissos e à distância. Ocorre que recebera a oferta para ir trabalhar com o pai, proprietário de uma lucrativa casa de jogos, onde se podia apostar do futebol ao golfe, do basquete às lutas de box. Como tinha planos de, em breve, abrir outras filiais, propôs ao filho que fosse aprender sobre os meandros do negócio para, em seguida, não apenas ajudar na administração das lojas, mas se tornar o seu braço-direito e sócio. Seria também uma maneira de estreitarem mais a relação pai-filho, além de fortalecerem os laços de amor que sempre os uniu. Luiz nunca mostrara interesse no negócio do pai nem se sentia atraído por um cotidiano de probabilidades e prognósticos. No entanto, o fator que desequilibrava o rapaz era a participação nos altos lucros da empresa. Um detalhe capaz de modificar a sua existência. Teria acesso a desejados bens de consumo, alguns muito caros, permitindo que tivesse um estilo de vida cobiçado pela maioria das pessoas. Ganhar dinheiro para pagar as contas deixaria de ser uma preocupação. O preço seria abandono da carreira que escolhera para si. Uma profissão que adorava, mas que o fazia passar por sérias necessidades materiais. Atordoado, foi passar um final de semana na casa mãe, que também morava na pequena e charmosa cidade que abrigava a oficina de Loureiro. Depois de conversarem bastante, sem nenhum avanço, ela pediu que Luiz procurasse o tio, famoso por alinhavar ideias com a mesma mestria que costurava bolsas e sapatos. “Tenho tido dificuldades de dormir há dias”, confessou após narrar o dilema que enfrentava.

“Se, por um lado, a oferta é tentadora, por outro, jogar fora tantos anos de estudo me assusta”, revelou a sua agonia. Questionei se o pai não poderia fornecer uma ajuda econômica, ainda que pequena, até que a sua carreira como terapeuta deslanchasse. Luiz explicou: “Meu pai é um homem bom, mas muito pragmático. As dificuldades que enfrentou o levou a uma visão áspera da realidade. Ele acredita que se fizer isso não estará me ajudando, porém, enfraquecendo”. Fez uma pausa e concluiu sobre a maneira de pensar do pai: “Se eu for trabalhar com ele terei acesso a todas as facilidades do mundo; caso não aceite, ele não ficará chateado, mas terei que superar os obstáculos sem ajuda, como ele conta que aprendeu a fazer”. 

Ponderei com o Luiz: “Não seria caso de conversar com o seu pai para mostrar que a proposta dele leva ao abandono do exercício que ele tanto admira: se tornar uma pessoa forte. Abdicar da profissão que você adora, se dedica há anos e escolheu abraçar para trabalhar em um negócio que tem como atrativo, ao menos para você, somente a facilidade de ganhos financeiros, apesar dos vistosos adornos externos e aura de sucesso que o dinheiro pode proporcionar, não seria justamente uma escolha pela fraqueza intrínseca?”. Beberiquei o café e prossegui o questionamento: “Não seria a determinação pelo enfrentamento das dificuldades uma academia adequada para fortalecer a musculatura da alma?”. 

O rapaz sacudiu a cabeça e explicou: “Já tentei conversar com ele, mas não consegui avançar muito. Meu pai entende a vida de uma maneira muito peculiar e acredita que o mundo só respeita a quem tem dinheiro. Para ele, a difícil troca por uma atividade profissional mais lucrativa, deixando de lado o gosto juvenil sem resultados econômicos, seria um exercício necessário de força e o limiar da fase adulta. No mais, a convivência nesse ambiente complicado de apostadores espertos a procura do dinheiro fácil das apostas me tornará um homem mais calejado, experimentado e difícil de enganar”. Havia resignação em seus olhos quando disse: “Ele é um bom pai, não tenho dúvida do seu amor e está disposto a me ajudar, mas ao seu jeito”.

Loureiro, atento ao diálogo, observava em silêncio. Quando demos uma pausa, o sapateiro tornou a encher a minha caneca, colocou mais uma sobre o antigo balcão de madeira para o Luiz, bebeu um gole de café e comentou: “As escolhas angulares, aquelas capazes de nos levar às necessárias transformações evolutivas se referem às decisão entre priorizar a existência ou de valorizar a vida. Questões simples, porém, difíceis”.

O sobrinho pediu para o tio explicar melhor. O sapateiro foi didático: “Priorizar a existência é adotar um comportamento que valoriza as facilidades materiais e os privilégios sociais; apesar do afiado discurso ético, não entende ou não quer uma maior responsabilidade, ao menos naquele momento, com a sua evolução espiritual. De outro lado, valorizar a vida é o comprometimento diário com os infinitos ciclos virtuosos, sempre disposto a aprender, transmutar, compartilhar e seguir em frente; uma prática que, muitas vezes, o obriga a adotar conceitos na contramão dos padrões habituais”.

 “Uma maneira simples de entender a diferença, desde que você seja sincero consigo mesmo, é responder a uma única perguntinha: O que te dá prazer é o que te faz sentir melhor ou que te torna uma pessoa melhor?”. Fez uma pausa para o Luiz alocar a ideia e prosseguiu: “Os afoitos ainda não perceberam a diferença, os atentos já conseguem unificar a resposta”.

Loureiro bebeu mais um pouco de café e prosseguiu na explicação: “Diferente do que muitos imaginam, esses dilemas não estão presentes apenas em momentos mais significativos como esse que você vive, de mudanças mais aparentes, com reflexos evidentes nas facilidades ou dificuldades que irá enfrentar, a depender da decisão tomada. Essa pergunta se apresenta todos os dias, em momentos considerados banais, em escolhas que consideramos de menor importância. São questões que passam desapercebidas, embora também definam rotas e destinos. Roubamos o nosso livre-pensar e nos impedimos de ser tudo aquilo que poderíamos viver quando acionamos o botão no modo insensível. Ainda não entendemos que quando paramos de sentir a pulsação da vida no mesmo ritmo dos movimentos da alma nos afastamos de quem somos em essência e, como consequência, do poder transformador que possuímos”. Esvaziou a caneca antes de concluir: “Ninguém consegue isso sem aprender a pensar por si mesmo, enquanto não compreender qual a verdadeira aposta está sendo feita. Continuaremos sem entender o significado do jogo enquanto não soubermos de antemão o resultado da disputa entre o conforto do corpo versus a liberdade da alma, os prazeres da existência versus a felicidade da vida”.

“Até que um dia nos damos conta que a felicidade da vida é impossível sem a liberdade da alma. Para tanto, é preciso ser quem você veio se tornar, tendo em mente que os sacrifícios necessários para isto são fontes de força e fé, na certeza de que ninguém consegue amar a si mesmo sem amar igualmente a vida”.  

Luiz argumentou com o seu jeito doce: “Eu entendo as suas palavras, tio. Mas ninguém quer para si uma vida de sacrifícios”. Loureiro deu de ombros e disse: “Depende mais uma vez da capacidade de cada um em aprofundar a verdade para que possa ampliar a realidade. A origem morfológica da palavra sacrifíciovem da junção de outras duas palavras, sacroofício. Antigos monges acreditavam que o trabalho sagradonão continha qualquer peso, pois trazia consigo a leveza da transformação. Sagrado é tudo aquilo que nos torna pessoas melhores. A partir daí, a escolha se torna simples e a dificuldade desaparece. As decisões, até então difíceis, passam a ser fontes inesgotáveis de alegria”.

O rapaz ficou em silêncio. Tive a sensação que o seu olhar revelava uma decisão já tomada. O sapateiro finalizou a conversa com um valioso questionamento: “Temos que compreender em quem, ou no quê, verdadeiramente apostamos. Se prestarmos bem atenção, veremos que a vida é um jogo com resultados previsíveis. Só os incautos se decepcionam com as apostas que fazem”.

Falamos mais alguns minutos sobre assuntos mais amenos. Depois, Luiz agradeceu a conversa e se despediu prometendo que pensaria bastante na decisão que tomaria. Meses depois, soube que ele tinha abandonado a carreira de terapeuta para trabalhar ao lado do pai. Desde então, não tive notícias do rapaz. Salvo por duas vezes, através dos noticiários, quando se casou com uma famosa modelo em um exclusivo e badalado balneário. Um casamento de curta e turbulenta duração. Além disto, teve um suposto envolvimento com um grupo que fraudava resultados em jogos de futebol, em uma investigação na qual terminou inocentado por falta de provas. 

Dez anos se passaram desde esse encontro na oficina do Loureiro. 

Eu estava no mosteiro quando me informaram que um homem me procurava. O encontrei sentado em um banco de pedras do jardim interno. Sim, era o Luiz. De uma maneira que não sei explicar, não me surpreendi. Os seus cabelos estavam grisalhos, em um tom acentuado e pouco comum à idade que tinha. Ele ainda não havia chegado aos quarenta anos. Vestido com roupas elegantes e com modos gentis, sorriu ao me ver e me deu um abraço apertado. Decidimos conversar ali mesmo, por entre as rosas cultivadas pelo Velho, como carinhosamente chamávamos o monge mais antigo e amado da Ordem, deixadas como um dos seus inúmeros legados. Luiz expôs que gostaria de participar dos nossos estudos e, se possível, mais à frente, se tornar um monge, como são conhecidos os integrantes da Ordem Esotérica dos Monges da Montanha – OEMM, uma irmandade filosófica sem cunho religioso. Eu quis saber sobre a razão daquela vontade. Ele se referiu aos últimos anos da sua vida: “Foi uma década perdida”.  Argumentei que nenhuma experiência se perde se houver percepção e sensibilidade, pois serão auxiliares, por outros vieses, como alavancas de transformação. Não raro, precisamos passar pelas situações que se apresentam, pois fazem parte do processo individual de amadurecimento. 

Luiz foi enfático: “Fui em busca do mel da vida e encontrei o período mais azedo da minha existência”. Olhou-me com melancolia e confessou: “Eu tive acesso a todas as coisas que um homem imaturo acredita precisar para ser feliz e conheci a superficialidade das relações e a amargura dos desencontros. As portas dos castelos se abriam à medida que os corações se fechavam. Eu não consegui ser ninguém. Faltava-me uma espécie de selo de autenticidade, algo que eu já tive, quando fui aquele humilde terapeuta a procura de um lugar ao sol. Embora me faltassem condições materiais e sobrassem múltiplas dificuldades, ali havia amplitude e profundidade em ser quem eu era. Sinto saudades daquele homem que tinha todas as coisas que realmente precisava, mas ainda não sabia. Em verdade, nada me faltava, salvo aprender a ver e a pensar”. Balancei a cabeça como quem diz que entende os motivos e lembrei: “Você encontrou exatamente aquilo que foi buscar. Nem mais nem menos”.

Luiz concordou: “Foi isso que o meu tio quis dizer ao me falar que a vida não surpreende ao final do jogo. Nós que é nem sempre entendemos o resultado do placar”. Em seguida, quis saber: “Você acha que posso resgatar a minha essência? Afastei-me da administração nas casas de apostas, agora quero me preparar para retomar a parte essencial de mim mesmo que abandonei na prateleira de um dia que eu nunca esqueci. Responda-me com honestidade”. Sorri movido por intensa alegria. Poucas coisas me causam mais admiração do que ver alguém na busca por si próprio, na superação de quem foi e a procura de quem quer se tornar. Expliquei a ele: “Sim, acredito que você nunca deixou de ser um psicanalista, pois esta sempre foi a sua essência, embora esteja afastado dela por muito tempo, sempre será possível refazer o caminho”.

“Sim, desde que esteja disposto a usar as experiências vividas para alicerçar a certeza daquilo que não mais deseja para a sua vida. Os erros têm esse poder, de descontruir as ilusões, afastar as dúvidas que atormentam, fechar as estradas que levam a lugar nenhum e, então, acender uma luz onde antes só havia escuridão”. Fiz uma pausa e lembrei ao Luiz as palavras do seu tio, sapateiro de ofício e filósofo de profissão, ditas anos atrás na oficina: Ninguém consegue isso sem aprender a pensar por si mesmo, enquanto não compreender qual a verdadeira aposta está sendo feita. Continuaremos sem entender o significado do jogo enquanto não soubermos de antemão o resultado da disputa entre o conforto do corpo versus a liberdade da alma, os prazeres da existência versus a felicidade da vida.

Em seguida concluí: “Entende a razão para não termos medo de errar? Não existem melhores mestres em nossas vidas. Não se envergonhe deles. Foram eles, os seus erros que a ampliaram sua consciência, aprofundaram a sua verdade e transformaram as fronteiras da realidade que existe hoje em você. Não lamente deles, agradeça a eles”. 

Ainda sem certeza se entendia a minha resposta, ele foi objetivo: “Isso quer dizer que serei aceito como aprendiz na Ordem? Mesmo com um passado complicado e repleto de más escolhas?”. Fui sincero: “Não somos um tribunal, mas um templo dedicado ao conhecimento e à superação. No mosteiro não contabilizamos quem você foi, mas levamos em conta quem você busca ser. Tudo mais são paisagens ou histórias”. 

Falei para ele pegar a mala no carro enquanto eu providenciaria acomodação para o seu primeiro período de estudos. Observei ele se afastar. Luiz parecia saltitar como um garoto em uma manhã ensolarada. Ele estava de novo jogo. 

“Em verdade, nunca saímos do jogo. Apenas precisamos entender melhor o seu significado”, pensei comigo mesmo. Lembrei da parábola do Filho Pródigo; depois de conhecer o mundo, Luiz fazia o trajeto de volta à casa. Ele retornava para encontrar consigo mesmo”. 

Imagem: Dmytro Varavin – Dreamstime.com

Discussões — 12 Respostas

  • Célia Elizandra Pagliarone 13 de agosto de 2020 on 18:37

    Estou ensaiando, ainda com medo, para reencontrar a minha essência, da mesma forma que o Luiz. Esse texto me encheu de esperança e de certeza sobre minha escolha. Muito obrigada mais uma vez.

  • Adélia Maria Milani 2 de agosto de 2020 on 22:29

    Gratidão!!

  • Maura Alves de Brito 1 de agosto de 2020 on 09:00

    Você é maravilhoso ♥️ gosto muito de ler seus livros,viajo em cada palavra. Me faz sentir vontade de conhecer esse sábio sapateiro e juntos tomarmos uma saborosa xícara de café 😊.

  • Nazaré Dimaria 25 de julho de 2020 on 14:17

    Amoooooo.Gratidão!

  • Hélio Proença 30 de junho de 2020 on 15:38

    Seremos sempre o filho prodigo, não cogitaremos de retornar ao pai enquanto não perdermos o encantamento pelos apelo do mundo…
    Só ai lembraremos que também somos parte do divino!

  • Silvio Silva 28 de junho de 2020 on 19:11

    Sempre um espetáculo ascender a essência da chama divina nas palavras de Yoslhaz. Gratidão

  • Caroline 28 de junho de 2020 on 16:42

    Gratidão.. Lindo do meu coração! Essa luz que irradia aconchegar o meu coração !

  • Michelle 27 de junho de 2020 on 08:33

    Obrigada!

  • Maurício Ionak Ferreira 26 de junho de 2020 on 21:42

    Queria conhecer o Loureiro e tomar esse café…deve ser maravilhoso passar a tarde ouvindo suas palavras sábias 😍

  • Viviane Barbosa 26 de junho de 2020 on 11:43

    Gratidão infinita, muita sabedoria escrita.

    Sou grata por sua disposição em compartilhar tanto acolhimento.

    Boas vibrações!

  • Terumi 25 de junho de 2020 on 22:36

    Gratidão! 🙏

  • Fernando Cesar Machado 25 de junho de 2020 on 17:49

    Gratidão profunda e sem fim amado Yoskhaz,
    amado Loureiro,
    amado Velho.

    Sem fim…