A dor que não é minha

Quando cheguei em frente à oficina de Loureiro, na pequena e charmosa cidade que fica no sopé da montanha que acolhe o mosteiro, o sapateiro fechava as portas. Apesar dos horários inusitados de funcionamento da oficina, estranhei, pois, ainda amanhecia. Ele me recebeu com o sorriso e a alegria serena de sempre. Convidei-o para um café fresco e uma prosa vadia. Loureiro disse que não podia naquele instante. Iria visitar a sua irmã. “Ela está muito doente”, explicou. Ofereci-me para lhe fazer companhia; ele aceitou. No hospital, percebi que a situação dela era muito grave. Embora estivesse lúcida e conversasse com desembaraço, não foi difícil entender as dificuldades que passaria nos próximos meses, caso ainda tivesse esse tempo de existência. Diferente não foi o diagnóstico do médico que conversou conosco em separado. Lorena, filha da irmã do sapateiro, estava junto e desabou em um pranto sofrido. Loureiro a abraçou, não disse palavra e dirigiu ao médico algumas perguntas para dirimir dúvidas que tinha. Não vi em seus olhos qualquer traço de sofrimento, detalhe que me causou espanto, pois o considerava um homem de sensibilidade apurada.

Ao final da conversa, Loureiro disse que retornaria ao quarto da irmã. Lorena falou que precisava se acalmar e fumar um cigarro. Foi para o lado de fora do hospital. No quarto, Loureiro conversou bastante com a irmã. Ela pediu para que ele a atualizasse quanto ao seu quadro clínico. Com enorme tranquilidade e imenso carinho, o sapateiro lhe transmitiu a verdade crua, sem enfeites ou subterfúgios, deixando claro a realidade próxima que a aguardava. Muito emocionada, ela chorou. Depois, agradeceu a honestidade do irmão. Disse que o tempo sempre será um precioso artigo com validade indeterminada. Contudo, a percepção da fragilidade da existência a fazia ter um olhar diferenciado para o tempo. Havia muito o que fazer. Ali, eles travaram uma interessante conversa filosófica, levantando uma questão de extrema importância. Por qual razão nem sempre damos prioridade às nossas prioridades? Incoerente, não? 

Se a essência da vida é se tornar uma pessoa melhor e amar mais intensamente, por que não nos dedicamos mais a esses objetivos? Por qual motivo dedicamos tanto tempo para os problemas da sobrevivência, deixando em segundo plano as questões da transcendência? Ora, porque temos contas para pagar. Aluguel, mercado, escola, remédios e uma infinidade de serviços indispensáveis ao cotidiano faz os dias ficarem corridos demais. Se é assim, por que não procuramos as portas da transcendência durante a batalha da sobrevivência? Sim, não somente é possível, porém, se trata de um maravilhoso instrumento evolutivo. Quando bem aproveitada, conseguiremos encontrar os segredos da transcendência nas filigranas da sobrevivência. Elas não se anulam, ao contrário, se auxiliam. 

Por tocarem no assunto, começaram a relembrar fatos da infância e da adolescência, nos quais as dificuldades serviram para lhes moldar o caráter e ensinar sobre a necessidade de superação. Como se tornaram órfãos na adolescência, desde cedo aprenderam a encontrar em si mesmos as forças que precisavam para superar os inevitáveis obstáculos da vida. Foram lembranças alegres, pois percebiam que haviam evoluído graças aos problemas que tiveram de enfrentar. A sua irmã comentou que agora teria de aprender a lidar com aquela doença avassaladora, sem saber de quanto tempo dispunha. Loureiro ponderou: “Em verdade, ninguém sabe de quanto tempo realmente dispõe. Dias a mais não significam dias melhores. Os tolos se preocupam com números; os sábios, com o rumo. Assim, saber que o show está prestes a terminar pode se tornar uma dádiva, permitindo ao artista o soneto final”.

O sapateiro a alertou: “Contudo, não se permita a falácia de viver cada dia como se fosse o último. Isto lhe trará arrependimento por tudo que não foi feito ou desperdiçado, como quem contraiu uma dívida alta demais para quitar no pouco tempo que resta. Haverá muita ansiedade na espera pelo fechamento repentino da cortina. O tempo será um vilão. Você sentirá amargura e medo”.

“Viva cada dia como se fosse o primeiro, assim saberá que todas as possibilidades de criação estão ao seu alcance. Haverá leveza, calma e alegria típicas de quem consegue vislumbrar infinitos horizontes. Você se sentirá fortalecida ao se aproximar da sua essência, a fonte da sua verdadeira força, aquela que desperta quando vivemos o melhor que habita dentro de nós, um lugar onde o medo não existe. Assim, deixamos de nos preocupar em agradar o público e passamos a encantar o nosso próprio coração. É um tempo onde o tempo não mais importa. Nada impedirá o acesso às maravilhas da vida que residem em nossa consciência”. Aquelas palavras iluminaram os olhos da sua irmã, que balançou a cabeça e nos ofereceu um lindo sorriso. Por um breve instante, ela entendeu o poder incomensurável que tinha nas mãos.

Foi um momento de intensa luz que se alterou no segundo seguinte. Lorena que entrara no quarto e ouvira o final da conversa, tinha os olhos inchados e avermelhados. Sem conter o pranto, se ajoelhou ao lado da mãe, suplicando que ela não a abandonasse. No mesmo instante, o sorriso despareceu do rosto da irmã de Loureiro, sendo substituído por uma feição de sofrimento. Os aparelhos que a monitoravam começaram a apitar. A enfermeira entrou no quarto, chamou o médico e pediu que nos retirássemos para que realizassem alguns procedimentos de emergência. No saguão do hospital, o sapateiro nos convidou para ir a uma padaria próxima dali. Confessou que desejava uma xícara de café acompanhada de um sanduíche com ovo e o bom queijo da região. Lorena sacudiu a cabeça recriminando a atitude do tio e declinou do convite. 

O sapateiro me contava uma história divertida. Vimos Lorena no lado de fora da padaria. Ela deu uma última tragada no cigarro antes de jogar a bagana no lixo e entrar. Sentou-se à mesa conosco. Atencioso, o tio quis saber se ela queria algo para comer e beber. Com desdém, a moça disse não sentia fome ou sede havia dias. Em tom inquisitório, falou que, ao chegar, nos vira sorrindo. Acusou Loureiro por crime de insensibilidade, além de falsa demonstração de afeto. Disse considerar absurdo o comportamento do tio, capaz de rir e se divertir enquanto a irmã passava pela fase mais difícil da sua vida. Em tom agressivo, pediu que o sapateiro não mais a visitasse. Loureiro, sem alterar a voz, com a serenidade absoluta daqueles que têm o domínio sobre si mesmos, disse: “Você se arvora em direitos e verdades das quais não possui ou não tem o monopólio”. Lorena disse não saber do que o tio falava. O sapateiro elencou as situações a que se referia: “Quem lhe garante que a sua mãe atravessa o momento mais difícil da sua existência? Como você pode se assegurar que me falta amor ou compreensão no trato com a minha irmã? Quem lhe concedeu o poder para proibir a maneira como ela e eu nos amamos?”. Então, como um mágico que faz desaparecer um elefante no palco, ele surpreendeu até mesmo a mim: “No mais, a dor dela não é minha”.

Com raiva, Lorena socou a mesa e disse que a provocação era dispensável. Ameaçou o tio se ele voltasse ao hospital. Alegou que aquelas palavras demonstravam total falta de compaixão. Confesso que concordei. Sem se alterar, Loureiro pediu: “Escute as minhas razões, permita que eu lhe mostre outro olhar. O meu jeito de ser e viver falam sobre qual verdade conheço. Nem melhor nem pior do que qualquer outra, contudo, são as lentes e filtros que possuo na vida e no mundo, por traduzirem alguns significados que acredito já ter decodificado. Ao me manter coerente a eles, me sinto um pouco mais pleno”.

A sobrinha disse que o ouviria, mas não garantia que a sua opinião pudesse mudar. O sapateiro bebericou o café e começou a construir um raciocínio: “Não é a primeira vez que a sua mãe enfrenta um tumor”. Lorena franziu as sobrancelhas por tomar conhecimento de um velho e novo fato. Loureiro prosseguiu: “Você tinha nascido a poucos meses e o Rubens, seu irmão, ainda aprendia a andar. O pai de vocês havia desaparecido no mundo a procura de outras aventuras. A proximidade da morte assustou imensamente a sua mãe em razão da óbvia dependência material e afetiva dos filhos em idade tão tenra. Eu fui o primeiro a saber da enfermidade e me ofereci para cuidar de vocês enquanto durasse o tratamento. Ela me disse que a presença dos filhos ao seu lado era importante naquele momento tão delicado, pois lhe traria forças para superar a situação. Pediu apenas que eu prometesse cuidar de vocês caso ela não pudesse vê-los crescer. Dei-lhe a minha palavra e ela respirou tranquila. Foi uma batalha que forjou a têmpera da guerreira que havia dentro dela. Ao receber alta, estava maior e mais forte. Você e o Rubens nunca souberam sobre esse fato porque não mais importava saber. A página estava virada. Os verdadeiros heróis não se preocupam em contar a própria história”.

“Diferente de hoje, quando a doença retorna em um momento em que vocês são adultos, têm autonomia financeira, possuem um código de ética bem desenhado e têm idade suficiente para adquirirem o indispensável equilíbrio emocional. Não tenha dúvida, daquela vez foi mais difícil”. 

O sapateiro bebeu mais um gole de café e prosseguiu: “Amor é uma virtude que requer entendimento. Para tanto, não pode faltar percepção e sensibilidade. O amor que sempre conectou a mim e a sua mãe foi um sentimento maduro, no qual havia muita solidariedade, mas nenhum drama, vitimismo ou qualquer pieguice. A aceitação sobre as dificuldades do cotidiano, seja qual for, trata da lição da vez para quem está diante do problema. Claro, há que se acolher e auxiliar o outro. No entanto, agregar mais sofrimento não traz nenhum ganho. Ao contrário, atrapalha ao invés de ajudar. O sofrimento retira a clareza das ideias e o desespero afasta a esperança”.

Lorena interrompeu para questionar se o fato de vê-la chorando possa ter levado a piora momentânea do quadro clínico da mãe. Loureiro foi sincero: “Eu não posso afirmar, mas é possível que tenha acontecido. A questão não é somente o comportamento que se deve ter diante da sua mãe, mas o sentimento que irá permear os seus dias enquanto perdurar o tratamento”. A sobrinha argumentou que aquela foi a expressão do amor que sentia. O tio concordou, mas ponderou: “Sem dúvida, é inegável o amor que existe em você. Assim como é valioso o seu comprometimento em oferecer o melhor para ela. Entretanto, ao perceber a dor de uma filha o sofrimento de qualquer mãe se intensificará. Qual a necessidade disso?  Nenhuma dor é necessária para a existência do amor. O seu sofrimento não irá diminuir o dela, portanto, é desnecessário. Ela precisa sentir o amor em forma de esperança e fé, não em formato de desespero e pranto. A maneira como manifestamos o nosso amor faz muita diferença. Esta é apenas uma das razões pelas quais o amor precisa de entendimento, tanto ao dar quanto para receber”.

“Compreenda que não existe da minha parte nenhuma sugestão para que você finja ou esconda os seus sentimentos, mas para que sejam reestruturados. Não me agrada a ideia de recalcar sentimentos, mas penso que merecem aprimoramento. Toda dor é uma mensagem da alma em busca de aperfeiçoamento. Acredite, sofrer não é necessário nem inevitável”.

Aquelas palavras mexeram com a moça. Ela pediu um café. Acrescentamos mais duas xícaras ao pedido. Em seguida, Lorena comentou ter se espantado com a falta de compaixão do tio ao dizer que não era dele a dor da irmã. Loureiro argumentou: “Sim, é assim que penso. Ao contrário do que você acredita, afirmei por pura compaixão”. Antes que a sobrinha apontasse qualquer incoerência, ele ampliou o raciocínio: “A compaixão é a virtude na qual somos capazes de sentir a dor alheia. Para tanto, o amor se faz imprescindível. Contudo, como é amor, precisa de entendimento. Sentir o sofrimento de outra pessoa, ou seja, ter compaixão, exige amor. Contudo, sentir o sofrimento alheio não significa absorver a dor do outro. São movimentos bem diferentes. Sentirexige percepção e sensibilidade para o devido acolhimento na medida da capacidade e de acordo com a necessidade das pessoas envolvidas. Absorvera dor alheia não diminuirá o sofrimento daquele que sofre, apenas o expandirá através das pessoas que a amam em progressões sem fim. É um desserviço ao amor”.

“O amor maduro oferece a mão, acolhe nos braços e no coração, mas não sofre. Até porque o sofrimento debilitará a você, prejudicando o auxílio daquele a quem pretenda ajudar. Deixar-se contaminar pelo sofrimento não é necessariamente um gesto de amor, porém, de imaturidade na arte de amar”.

Lorena questionou se aquilo não seria atitude de uma pessoa insensível. Loureiro discordou: “Insensibilidade é outra coisa e é bem diferente. Ocorre quando viramos às costas e menosprezamos as dores do mundo. Na maturidade, o amor é sábio. Sabe que em cada problema existe um mestre à espreita para ensinar uma lição. Nada é à toa, todos os efeitos têm uma causa justa e educativa. Enquanto perdurar o sofrimento significa que aprendizado não se completou. Portanto, aproveite quando for consigo e ampare a dor alheia no que for possível. Contudo, não sofra uma dor que não é sua. Não é necessário. Em verdade, se esforce para não sofrer nem mesmo quando acontecer contigo; a dor apenas irá retardar o início do processo de superação. Agradeça a oportunidade de crescimento surgida a cada problema e comece a pensar em uma maneira de ser diferente e de viver melhor com a realidade que se apresenta. Ali estão as exatas ferramentas para a obra do perfeito momento. Sempre será possível encontrar um novo entendimento e as virtudes indispensáveis à evolução. Então, ocorrerá a regeneração impensada. Nem sempre do corpo, mas inevitavelmente da alma. Portanto, não sofra nem mesmo quando o problema for seu”.

“O sofrimento causa medo. O medo encolhe o amor e coage o raciocínio, além de nos desconectar com as intuições, uma valiosa fonte de força e de boas ideias. É uma tolice acreditar que ama mais aquele que mais sofre. O amor para ser pleno precisa estar livre do medo. Para tanto, necessita ser sábio. Portanto, não sofra. O sofrimento surge da equivocada compreensão do amor”.

“Condicionamentos ancestrais estruturados em conceitos de pecado que, embora ultrapassados ainda se fazem presentes no inconsciente, nos fazem carregar culpas que não são nossas nem precisariam existir. Não raro, nos sentimos culpados quando não sofremos diante da dor de alguém que amamos. Será que sou tão insensível, rude e selvagem? Em silêncio, nos cobramos por uma suposta falta de sensibilidade. Então, buscamos pelo sofrimento na ilusão de nos dignificar, quando, em verdade, estamos nos punindo. Além disso, cerceamos a nossa capacidade de ajudar da melhor maneira. Ao mesmo tempo, nos impedimos de seguir felizes e em paz. A plenitude não é uma impossibilidade mesmo nos dias difíceis ou diante de momentos delicados”.

“Por isto a necessidade de pensar fora da jaula de ideias que nos aprisiona. Todas as situações que causam desconforto precisam ser repensadas. Do contrário, a existência continuará pesada e dolorosa. Nos ensinam sobre obrigações, mas nada falam sobre comprometimento. A diferença é vital. As obrigações vêm de fora, pela força das leis e convenções culturais ou pelo peso das culpas que nos atribuem e, pior, aceitamos. A falta de demonstração de sofrimento em um funeral pode decretar o nosso banimento social, apenas para mostrar um exemplo. A outra face da obrigação é o comprometimento. Ele nasce dentro da gente e se move por amor. É uma escolha livre e consciente em acolher, cuidar, prover ou ajudar. Esta é a diferença entre a sobrecarga e a leveza da vida. Além de tornarem as relações mais dignas. No entanto, o amor não chega pronto, ele precisa de orientação e amadurecimento. É imprescindível um amor sem obrigações nem culpas para que seja possível amar melhor”.

Lorena não disse palavra. Bebeu o café enquanto avaliava se seria possível alocar em si aquelas novas ideias. Para tanto, precisaria abdicar das métricas até então usadas para julgar e punir, demolir as velhas estruturas do pensar, admitir que as verdades que a sustentaram até ali teriam de se desmanchar para dar lugar a um imponderável jeito de se relacionar, fosse com os outros, fosse consigo mesma. Teria de assumir o risco de aprender a viver sob um diferente olhar, com reações desconhecidas de uma realidade que se transformaria por completo e, ainda mais arriscado, não havia ninguém para lhe dizer como fazer. Tudo isso nasceria a partir de um novo significado para um íntimo, embora desconhecido, sentimento milenar: o amor.

A moça sacudiu a cabeça para reforçar as próprias palavras ao afirmar que aquela teoria era impossível na prática. Para Lorena, o sofrimento era um acessório inseparável do amor. E também da vida. Em seguida, disse que precisava voltar ao hospital. Agradeceu a conversa e foi embora. Loureiro franziu as sobrancelhas em resignação e me olhou como se quisesse saber a minha opinião. Fui honesto com o sapateiro: “Confesso que nunca tinha pensado a compaixão por esse viés: sentir a dor do outro não significa sofrer por ele. Porém, o acolher. Sem dúvida, isto faz toda a diferença, não somente pela clareza da ideia, mas pela leveza que agregará à dificuldade”.

Fiz uma pausa antes de concluir: “Um revolucionário e libertário jeito de ser e viver. Muitos não terão condições para romper com conceitos ancestrais de dominação e culpa, as acusações e as condenações com que tanto se maltratam e distorcem a realidade. De outro lado, outros farão um mau uso de um bom argumento ao justificarem a própria insensibilidade. Poucos estão prontos para fazer o uso adequado dessa bela ideia”.

Loureiro me perguntou como seria possível equacionar a questão. Dei de ombros e brinquei: “Com mais duas xícaras de café?”. Ele sorriu e chamou o garçom. 

Imagem: Rawpixelimages – Dreamstime.com

Discussões — 13 Respostas

  • ENEIDE LUCI BURTTET 29 de setembro de 2020 on 15:55

    Excelente texto e muito inspirador! Uma jóia preciosa! Fiquei muito grata por ter compartilhado conosco.!!

  • SCHWEITZER 10 de setembro de 2020 on 10:15

    Divino.

  • Daniel Otero 7 de setembro de 2020 on 20:18

    Transformador, ou melhor, transcendental! Obrigado pela generosidade em nos proporcionar acesso a tamanha fonte de ensinamentos e sabedoria.
    Que eu possa agradecer aprendendo a me tornar uma pessoa melhor e ajudando a mudar o mundo ao meu redor.

  • Viviane Barbosa 2 de setembro de 2020 on 08:26

    Nossa! Maravilhoso esse texto e muita gratidão mesmo.

  • Gleiza Jordânia 1 de setembro de 2020 on 23:26

    Perfeito 💜

  • Joane 27 de agosto de 2020 on 08:32

    Gratidão ❤️🙏✨

  • Santana 24 de agosto de 2020 on 21:39

    🙏🏽🌵

  • Caroline Martesi 23 de agosto de 2020 on 07:41

    ‘O amor para ser pleno precisa estar live do medo ‘ (livre de condicionamentos ) .. gratidão Yoskhaz!✨🌼

  • Cecilia 22 de agosto de 2020 on 12:49

    Sei muito sobre a difernça entre dor e sofrimento , e somente aprendi pq tive q passar por essa experiencia , caso contrario diria a mesma coisa que uma amiga me disse qdo lhe falei que a dor é inevitavel mas o sofrimneto a gente escolhe … ela , minha amiga me disse : dor e sofrimento sao a mesma coisa . Entao eu nao discuti nem quis provar nada . Quem teve a experiencia aprendeu que nao é assim . O sofrimento vitimiza mas a dor ensina e nos fortalece …

  • Adélia Maria Milani 21 de agosto de 2020 on 22:55

    Gratidão infinita!!!!!!!!!!!

  • Hélio Proença 21 de agosto de 2020 on 10:24

    Muito lindo…
    Realmente a cruz que o outro carrega é somente dele…o que podemos fazer é oferecer o nosso compromisso de caminhar junto com ele e amparar lhe no que se fizer necessário…

    Também concordo, amor não rima com dor!

  • Terumi 19 de agosto de 2020 on 23:53

    Gratidão! 🙏

  • Sergio Abreu 19 de agosto de 2020 on 09:04

    Me senti como a Lorena agora… com um nó na cabeça rsrs.. muitas reflexões a fazer!!! Gratidão por partilhar mais essa jóia!!