A tal da felicidade

Embora exista um canto em minha casa onde costumo me sentar para pensar e me conectar a outras esferas de consciência, algumas vezes, sinto a necessidade de fazer isso em outros lugares, envolvido pelas vibrações telúricas da natureza. Um dos locais que mais gosto é a Pedra Bonita, um enorme maciço em frente ao mar, tendo a Pedra da Gávea ao lado, entre os bairros de São Conrado e a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Do alto de um generoso platô é possível avistar vários outros bairros da cidade. A sensação que sinto lá de cima é bastante inspiradora, como se a intuição ficasse mais aguçada. Canção Estrelada, o xamã que tem o dom de compartilhar a filosofia ancestral do seu povo através de músicas e histórias, chamava esses santuários de Lugar de Poder; dizia que todos deveriam ter os seus. Decidi subir a montanha para refletir e meditar. Eram dias complicados; o mundo parecia zangado comigo, me cobrando uma perfeição que ninguém tinha para oferecer. Pessoas queridas reclamavam e apontavam pequenos equívocos como se fossem grandes erros. Como se os erros comuns a todos não fossem permitidos a mim. As broncas vinham de todos os lados. Familiares, amigos, funcionários, clientes e até mesmo pessoas que eu nunca tinha visto, em situações pontuais na rua ou no mercado, mostravam desconforto com algum gesto, atitude ou palavra dita por mim. Eu sabia, até por já ter vivido situações parecidas, que quando temos a sensação de que o mundo é inimigo, significa que algo em nós necessita de mudança urgente. 

Claro, nem sempre é assim. Há exceções. Algumas vezes, o nosso comportamento desperta no outro uma vontade adormecida de realizar encontros, descobertas e conquistas similares às nossas, mas ficam sem coragem ou disposição. Sentir-se livre para viver o próprio dom e ir além de si mesmo, fora dos padrões de conforto e estabilidade, apesar de causar admiração, pode também provocar desconforto a outras pessoas pelo despertar de um destino velado que, embora desejado, é arriscado e trabalhoso. A admiração se torna um incômodo pela provocação interna que causa. Tornamo-nos uma presença desagradável como um clarão de luz repentino nos olhos de quem se acostumou à escuridão. Em contrapartida, essa linha de raciocínio pode se tornar perigosa; se por vezes é verdadeira, noutras, abrimos a porta para o orgulho e a vaidade nos dominar. Somos conduzidos a um engano muito comum: sem darmos conta, acreditamos refletir uma intensa luz, porém, na verdade, estamos imersos em profunda escuridão. Quando ficamos cegos às nossas limitações e dificuldades, costumamos fabricar muitos problemas por transferir aos outros responsabilidades que são nossas. 

A transferência mais comum é a tal da felicidade. “O inferno são os outros”, ironizava o filósofo francês Jean-Paul Sartre, em razão do nosso condicionamento de teimar em atribuir ao mundo a culpa pela infelicidade que sentimos. “Não sou feliz porque algumas pessoas me impedem”, é um raciocínio escapista, típico de um ego imaturo, aprisionado em cegueira, lamentos e inércia.

Sou o responsável por todos os meus problemas. Sem exceção. Aceitar isso é o passo inicial para a conquistas das plenitudes. Quando o comportamento alheio me furta a paz ou me rouba a felicidade, sinaliza que estou concedendo a alguém um indevido poder no comando da minha vida. Não raro, entregamos este controle com enorme facilidade.

Contudo, aquele momento existencial específico parecia não se encaixar em nenhuma dessas hipóteses. Eram situações diferentes, completamente estranhas para mim pelo grau de perfeição que me era exigido. Ora, se ninguém é perfeito qual a razão disso agora, eu me perguntava. O espanto aumentava pelos fatos de as cobranças virem de todos os lados, inclusive de pessoas que sempre foram delicadas e generosas comigo. Um momento ardiloso, no qual eu tinha de ficar atento para não escorregar pelas ladeiras da vitimização que, embora sejam confortáveis por dispensar o esforço da caminhada, sempre conduzem a um beco sem saída. 

Os casos se acumulavam todos os dias e as cobranças pareciam cada vez mais insensatas: 

Havia três anos, eu frequentava um grupo de auxílio humanitário. Todos já tinham faltado ao menos uma vez aos encontros. Nunca houve problema. Em uma única vez, após um dia exaustivo de trabalho, muito cansado, fui para casa dormir ao invés de ir à reunião. Ficaram zangados comigo.

Um amigo querido tinha sido demitido. Ele procurou vários conhecidos em busca de ajuda. Fiquei de tentar uma colocação na empresa de um cliente, parceiro comercial de longa data, na qual existiam vagas. Animado, ele me agradeceu repleto de esperanças. Não tive sucesso. Deixei para ver alguma oportunidade quando o mercado estivesse mais propício. Semanas depois, ao encontrar esse amigo, ele se mostrou chateado comigo. Não demostrou ter o mesmo sentimento pela falta de ajuda dos demais amigos.

Eu costumava visitar a minha mãe ao menos duas vezes por semana. Os meus irmãos, fosse porque morassem longe, fosse por causa das suas ocupações, quase nunca apareciam. Desapareci por algum tempo, não muito. Quando voltei, ela expressou toda a sua mágoa com o meu comportamento. Não havia nenhuma queixa em relação aos outros filhos.

Estas eram apenas algumas das várias situações de exigências exageradas que se acumulavam todos os dias. Havia outras. Tantas, que o pote transbordara. Se nada é por acaso, eu precisava entender o que estava acontecendo ao invés de lamentar o tratamento recebido.

Tirei o dia para pensar. Subi a Pedra Bonita ainda cedo. O inverno tem temperaturas agradáveis no Rio de Janeiro. O dia estava claro, uma brisa agradável tornava o clima propício para os saltos na rampa destinada aos praticantes de voo-livre, alguns metros abaixo do extenso platô que compõe o topo da pequena montanha. Não havia ninguém. Era possível avistar a linha mágica no horizonte, onde o mar se funde ao céu. Senti como se estivesse em uma catedral; sentei-me de frente para o oceano e me deixei envolver pelas sutis energias do local. De olhos fechados, perdi a noção do tempo. Somente quando retornei foi que me dei conta de haver uma mulher sentada bem próximo de onde eu estava. Era a Cléo, a bruxa. Ela era muito comentada na cidade, mas pouca gente a conhecia pessoalmente. Era famosa por seus estudos esotéricos e um jeito original de pensar. Tive a sorte de tê-la encontrado uma vez, exatamente naquele local. Contei essa história em um texto intitulado Um voo sobre o medo. Elegante, esguia, de pele morena, cabelos negros, olhos cor de mel, com uma idade difícil de precisar, talvez entre quarenta e cinquenta anos, gestos mansos, fala pausada, sorriso fácil, sempre usando vestidos coloridos e uma enorme argola de ouro em cada orelha, não foi difícil de reconhecê-la.Simpática, brincou ao me perguntar: “Onde você estava?”. Sorri e respondi que estava longe. Ela fingiu surpresa e indagou em tom de brincadeira: “Por que tão afastado de si mesmo?”. Em seguida, ponderou: “Longe da alma, distante da verdade”.

Tornei a sorrir. Disse que ela tinha razão, pois estava ali à procura de entendimento para alguns acontecimentos recentes da minha vida. Apesar de distintos, pareciam se encaixar em uma mesma lição. Eu não fazia nada diferente do que os outros faziam, no entanto, a cobrança parecia existir somente em relação a mim. A mulher me olhou com compaixão e disse com firmeza: “Os outros não servem de parâmetro para você nem para ninguém. Não se usa o comportamento alheio como referencial; a viagem rumo às estrelas é singular ao viajante; encontros, descobertas e conquistas são passos individuais”. Fez uma pausa e acrescentou: “A cada um é cobrado de acordo com a sua condição de realizar. Quem não compreende isto não será capaz de entender as leis da evolução”.

A conversa começava a ficar interessante. Pedi para ela explicar melhor. A mulher fez com boa vontade: “As Leis Cósmicas ordenam e regulam o universo. Elas atuam sobre tudo e todos de maneira peculiar, influenciando os acontecimentos da vida no impulsionamento de um único resultado, a evolução pessoal. Se evoluir é amar mais e melhor; então, tudo gira em torno desse eixo. Não basta ser um homem bom, será preciso não esquecer de se tornar uma pessoa diferente e melhor. Dia após dia”, e deixou o olhar vagar pela imensidão do mar à frente.

Em seguida, indagou como se fosse uma pergunta de retórica: “Todos procuram pela tal da felicidade, certo?”. Fiz sim com a cabeça, ela continuou: “Mas será que sabem do que se trata? Ninguém encontrará algo que não conhece”. Ela me questionou: “Como você conceitua a felicidade?”. Respondi que era o estado de uma consciência plenamente satisfeita, uma sensação de bem-estar absoluto. A mulher prosseguiu: “De qual maneira uma consciência se torna plenamente satisfeita?”. Hesitei quanto à resposta. Várias ideias me ocorreram. Nenhuma definitiva. Dei-me conta que o conceito que eu tinha tornava difusa e inconclusiva a ideia da felicidade. Confessei que eu precisava entender o seu significado com maior clareza. Do contrário, não a alcançaria.

Cléo esclareceu: “A felicidade nasce ao percebermos o amor através dos nossos movimentos. Sem amor ninguém é feliz. Há muitas vertentes e maneiras de amar; basta uma para começar”. Fez uma pausa e disse: “A felicidade surge também quando olhamos para trás e nos damos conta do quanto já caminhamos. A percepção da evolução pessoal nos faz brotar a felicidade e nos dá ânimo para seguir em frente”. Fez uma pausa para esclarecer: “Todavia, preste muita atenção, pois o contrário se aplica em sentido inverso. Mesmo inconsciente, a sensação de estagnação funciona como uma espécie de ladrão da felicidade. Vivemos infelizes quando nos sentimos desorientados, desesperançados ou desanimados. Isto nos leva à tristeza e a revolta, motivos que afugentam a felicidade”.

Admiti que aquela era a melhor definição que até então eu conhecera. Comentei que alguns filósofos sustentavam a ideia de que a felicidade não existia, mas apenas momentos felizes; que tratássemos de aproveitá-los. Cléo fez que não com a cabeça e ponderou: “Confundem-na com a sensação de prazer oriunda de um fato fortuito ou acontecimento pontual. O prazer causa euforia, um bem-estar efêmero que, por vir de fora para dentro, não permite nenhum controle pessoal e causa dependência por exigir repetições em lapsos temporais cada vez menores. São sensações boas, porém, rasas, incapazes de tocarem a alma”. Voltou a olhar para o mar e esclareceu: “Por vezes, no decorrer da existência, sentimos a verdadeira felicidade, sem saber exatamente qual movimento fizemos para que ela nos envolvesse. Por não saber, a deixamos escapar”.

Sorriu mais uma vez e explicou: “A felicidade é uma plenitude, portanto, uma conquista definitiva do espírito. Ela é oriunda de um jeito próprio de ser e de viver. Nasce das flores que fazemos brotar todos os dias nos jardins do coração para embelezar e perfumar nossos gestos e palavras, dificuldades e compromissos. Esta compreensão concede o poder para que você a eternize em si, tornando-se parte da sua bagagem vitalícia, a qual levará consigo ao embarcar para as Terras Altas”. Fez uma pausa e concluiu: “Toda conquista se torna um direito”.

Balancei a cabeça em anuência. O seu olhar filosófico sobre essa importante questão começava a desnudar uma bonita paisagem que ficara escondida desde sempre para mim. Sim, são os passos do viajante que definem a beleza do Caminho. Se aquela mulher tivesse razão, havia um enorme poder ao meu dispor, que eu insistia em desperdiçar por não conseguir, até então, compreendê-lo. Aprender a usá-lo, por ser um gesto de amor e de evolução, já era motivo para eu me sentir feliz. Sorri de alegria. 

Alegria é a virtude de encontrar luz em todos os momentos e situações da existência. Por mais complicado que possa parecer, sempre haverá um olhar capaz de mostrar a razão e o amor das intempéries da vida. A alegria impede o desânimo, não nos deixa desistir e mantém viva a esperança. De certo modo, é também um ato de fé, por movimentar o sagrado que me habita.

Contei para ela os motivos pelos quais eu subira a montanha para pensar. Detalhei cada caso para mostrar como havia um condão que os reunia em uma mesma lição. Ressaltei os níveis de exigência que me pareciam injustos por serem direcionados somente em minha direção. Não havia tais cobranças em relação às outras pessoas. Cléo me ouviu sem fazer qualquer interrupção. Ao final, falou: “Nada está fora do lugar como lhe parece. A vida é uma escola por excelência, mas também uma oficina cujas elaboração e laboração nunca cessam. A evolução é incessante, exigindo movimento e criação por todo o tempo”.

A mulher se utilizou de uma metáfora para explicar: “Imagine uma cidade onde houvesse uma fábrica de velocípedes e outra de automóveis. Se alguém precisasse de uma bicicleta, em qual esperaria acolhimento ao pedido?”. Dei de ombros e disse que na fábrica de velocípedes, pois lidavam com objetos de menor complexidade. Ela sorriu e fez outra pergunta: “Caso precisassem de um caminhão, qual fábrica estaria mais apta a produzi-lo?”. A de carros, a resposta era óbvia. Cléo fez uma colocação retórica: “Se você entende o mundo, por que ainda não consegue compreender a vida? Aquele empresta as letras para esta. É a mesma leitura”.

Em seguida, esclareceu: “Todos os dias vamos à escola pela manhã; à tarde, estamos na oficina. A melhor teoria de nada vale se não servir ao bem viver”. Fez uma pausa para eu concatenar a ideia e disse: “A vida exige à medida do aprendizado e da capacidade de produzir de cada pessoa. Seria inútil pedir um caminhão ao fabricante de velocípedes; seria um desperdício solicitar uma bicicleta a quem produz automóveis”. Piscou um olho como quem revelou um segredo e sorriu: “Chegara o dia que o fabricante de bicicletas estará apto a produzir caminhões”. Franziu as sobrancelhas e fez uma pergunta de retórica: “Entende a jornada para a felicidade?”.

Sem fugir da analogia, comentei que nem sempre será possível a um fabricante produzir algo diferente daquilo que quer fazer. Pode estar satisfeito com o transcorrer dos seus dias. Cléo fez sim com a cabeça e disse: “É verdade. Ninguém é obrigado a nada. Pode-se simplesmente responder que não quer e encerrar a questão, na certeza de que se livrou do problema, certo? Resposta errada. Em muitos casos, é justamente aí que começa o problema. A vida exige movimento e transformação, sem os quais não existirá evolução, razão de ser de todos nós; aceitemos ou não. Contudo, você tem o direito e a liberdade de se negar ao desafio”. Calou-se por instantes como se elaborasse uma ideia e acrescentou: “Sim, todo problema ou dificuldade é um desafio no sentido nobre da palavra, um convite para ir além de si mesmo. Contudo, ao se negar, não poderá evitar os efeitos da estagnação. Como tudo evolui, chegará a hora na qual a sua oficina estará ultrapassada, empoeirada e fedorenta. Restará a amargura de quem se abandonou à beira do Caminho”.

Ela ampliou o raciocínio: “A evolução nunca será uma obrigação, mas um compromisso. Há diferenças estruturais nestes conceitos. Obrigação vem de fora para dentro; surgem das leis, das regras sociais, das ideias e das culpas que nos incutem e nos fazem agir de modo repetitivo e limitante. As obrigações levam a fazer, mas não trazem qualquer avanço pela ausência de inovação do ser no viver. Por sua vez, o compromisso surge em sentido contrário, de dentro fora, brota dos novos entendimentos, da vontade irrefreável de encontrar, descobrir e conquistar aquele em nós mesmos que ainda desconhecemos. Este é o passo e o compasso do Caminho”.

Deu de ombros e disse resignada: “Contudo, para muitos, crescer causa desconforto pelo esforço exigido. Para alguns, chega a causar dor, por ter de rasgar a pele e quebrar os ossos para se desconstruir e, depois, construir um novo ser. É ele, mas é outro. Nem todos entendem as oficinas das transmutações”. Fez uma pausa antes de acrescentar: “Tampouco compreendem os laboratórios da realidade que funcionam dentro dessas oficinas”.

Questionei se, ao seguir a linha filosófica apresentada, poderia acrescentar que o desafio da evolução correspondia a um convite à felicidade. Cléo sorriu satisfeita e fez sim com a cabeça: “Exato. A felicidade não uma concessão, mas uma conquista. Não existem conquistas sem desafios. Por definição, desafio é tudo aquilo que leva à inovação do ser no viver”. Tornou a sorrir e disse: “Nunca esqueça, todas as vezes que vida lhe fizer um desafio pela manhã, aceite; lembre que, por trás, há um convite oculto para à tarde bailar na grande sinfonia das estrelas. A felicidade exige coragem e movimentos constantes”.

Depois concluiu: “A felicidade cessa quando recusamos os desafios. Não haverá mais evolução e o amor se encolherá”. Em seguida finalizou: “Se a vida fez um desafio, seja qual for, se alegre com as dificuldades; haverá mudanças na rotina e nas horas da oficina. Trata-se um elogio; mostre a vida que ela tinha razão quando o provocou a fazer diferente e melhor”.

Deu mais um dos seus lindos sorrisos e esclareceu: “Ah, mais uma coisa. Todos os acontecimentos recentes que você me narrou não tratam da vida lhe cobrando a perfeição, até porque você nunca a terá para oferecer. Trata-se um convite à transformação, algo que todos necessitam”. Fez uma pausa antes de concluir: “Ninguém está pronto em definitivo; tampouco, ficará; trata-se apenas do chamado para a transmutação seguinte. Nada mais é do que a vida nos convidando para amar mais e melhor, uma viagem sem fim nem limites. No exercício do amor, aprendemos também a desmanchar as emoções densas e a desmistificar as questões provocativas que tanto perturbam a paz. Assim, encontramos, descobrimos e conquistamos a tal da felicidade todos os dias”.

Fui envolvido por uma indescritível sensação de leveza, típica de quando os problemas viram oportunidades na mudança de um simples olhar. Agradeci a Cléo. Sem dizer palavra, ela se despediu com um aceno de cabeça e se foi. Observei-a se afastar andando pelo topo da montanha, tendo o céu azul como cenário. Por instantes, achei que o seu vestido colorido e esvoaçante fossem asas que a alçariam em voo impulsionado pelos ventos das suas ideias.

Discussões — 8 Respostas

  • edson 27 de abril de 2021 on 16:05

    Dei um largo sorriso, era exatamente o que precisava face as minhas reflexões de hoje. Porque as pessoas não me deixam falar, nem conversar, sempre aptas a me criticar. Gratidão.

  • Claudia 27 de fevereiro de 2021 on 10:33

    Um ângulo diferente, nos ajuda a enxergar melhor. Percebemos que às situações são oportunidades de crescimento!

    Grata, e serviu para mim tbm este texto 🙏

  • Fernando 6 de fevereiro de 2021 on 16:35

    Gratidão profunda e sem fim…

  • Terumi 6 de fevereiro de 2021 on 11:09

    Gratidão! 🙏

  • Luiz 6 de fevereiro de 2021 on 08:02

    Perfeito ❤️

  • Joane 5 de fevereiro de 2021 on 06:29

    Amar mais e melhor ❤️❤️❤️ aceitar esse convite já nos traz uma enorme felicidade obrigada Yoskhaz

  • Luiz 4 de fevereiro de 2021 on 09:44

    Gratidão!

  • Silvia 2 de fevereiro de 2021 on 06:35

    Cada dia mais apaixonada por Yoskhaz.😍