Pequenas conversas, grandes encontros

Irritadíssimo. Era como eu me sentia naqueles dias. Tudo e todos conspiravam contra mim. Eu me sentia como se tivesse que navegar em mar revolto por ondas de insatisfações e reclamações. Clientes da editora faziam exigências descabidas; fui maltratado por um amigo querido sob a alegação de que eu o negligenciara em um momento difícil, sem lhe dar a devida atenção; a minha namorada reclamara que eu estava muito calado, fato que, segundo ela, demonstrava o meu desagrado com o relacionamento; uma tia muito amada, que havia tido uma participação valiosa na minha infância, me ligara magoada por eu não a procurar por semanas; meus irmãos, com quem nunca tinha tido uma convivência amorosa, embora tivesse procurado por isto desde sempre, pareciam agir de maneira a me provocar. A turbulência estava intensa e me desequilibrava. Embora fizesse um esforço colossal para me controlar, eu me sentia magoado com o comportamento injusto das pessoas em relação a mim. A razão pela qual elas faziam isso eu não sabia responder. Ao perceber que as situações, por mais banais que fossem, conseguiam me tirar a serenidade, fazendo com que as minhas palavras escalassem tons de rispidez, compreendi que a minha paciência se tornara pouca. Entendi que eu estava afastado do meu eixo de força e equilíbrio. Era preciso resgatá-lo no menor lapso de tempo possível, sob risco de eu piorar cada vez mais, terminando por entrar em espiral descendente de humor e autoestima, porta de entrada para os reinos da agressividade ou da depressão. Embora houvesse esta percepção e sensibilidade, na prática, eu não sabia como fazer. O motivo era simples: eu não entendia a razão pela qual o comportamento das pessoas me incomodava tanto. Eu não podia conceder tal poder a ninguém, mas estava acontecendo.

Passei semanas na tentativa de retomar a minha serenidade enquanto me ocupava dos afazeres do cotidiano. Como não conseguia e, mais grave, parecia piorar cada vez mais, decidi por tirar um dia inteiro para cuidar de mim. Como muitas vezes faço, subi à Pedra Bonita, uma pequena montanha à beira-mar na cidade do Rio de Janeiro. Fui logo cedo, com o sol ainda emergindo por trás do Oceano Atlântico. As manhãs me são inspiradoras. Lá em cima, no enorme maciço de granito que forma o seu topo, pude avistar a cidade despertar e sentir a sua pulsação com estonteante nitidez. Sentei-me de frente para mar, fechei os olhos e abri a gaiola dos pensamentos para que pudessem alçar os voos mais longos possíveis. O tempo passou sem que eu conseguisse alcançar nenhum entendimento que me restabelecesse a força e o equilíbrio. Sei que os resgato quando sou invadido por uma sensação profunda de serenidade, alegria e bem estar. 

Naquele dia, a ideia de devolver a insatisfação das pessoas comigo com reações de insatisfação em relação a elas me trazia o azedume dos comportamentos retributivos que, em análise mais sincera, não passam de vinganças menores. A opção de usar o desprezo, tão incensado na concepção absurda de suposta superioridade espiritual ou intelectual, também me ocorreu. Por errada compreensão, o desprezo se torna uma terrível prisão emocional para quem o usa. Como o prazer de tratar as pessoas com desprezo deixa um resquício de acidez pela agressividade disfarçada que o move, eu sabia não ser a melhor solução para amargor que me envenenava os sentimentos e furtava a clareza dos pensamentos. Eu queria abrir as asas e voar, mas a mente estava amarrada às emoções densas.

“O problema nunca são os outros”, uma voz me trouxe de volta do reino das reflexões. Era Cléo, a bruxa, famosa por usar as ideias como principal ingrediente no seu caldeirão de magias. Morena, alta, com os olhos de mel e vestidos esvoaçantes que pareciam asas sob o efeito dos ventos da montanha, ela se aproximou. Sem pedir permissão, se sentou ao meu lado e deixou o olhar vagar na imensidão do mar até o ponto sagrado onde encontra com o céu em diferentes tons de azul. Sorri, fosse pela alegria do reencontro, fosse pelo prazer de lhe dizer que daquela vez ela estava enganada. Expliquei que o problema não era meu, pois não era eu quem estava reclamando nem cobrando por melhores atitudes de ninguém. A mulher me olhou como quem está diante de um garoto imaturo e questionou: “Como não? O que faz aqui, se não pedir ao vento explicações para as suas insatisfações com o comportamento alheio?”. Deixou que eu refletisse por instantes e complementou: “Neste momento, enquanto acreditar que o seu posicionamento é diferente do deles, daqueles que tanto o incomodam, você não conseguirá sair do lugar”.

Insisti que ela estava equivocada. Eram os outros que exigiam por mudanças em mim, não o contrário. Aleguei que eles não tinham este direito. Cléo abriu os braços como quem diz que eu me recusava a entender o óbvio e falou: “Claro que ninguém possui tal direito. Nem mesmo você, que mesmo sabendo disto, se aporrinha pelo fato de as pessoas serem como elas são ao invés de compreender as suas dificuldades e as envolver com compaixão. Um pouquinho bastaria para que não fosse arrancado do seu próprio eixo de equilíbrio e força”. Antes que eu articulasse palavra, ela esclareceu: “Quando o jeito de ser e viver de alguém o incomoda, significa que você não consegue lidar com algo que existe dentro de si mesmo. Afinal, um cego só é capaz de conduzir outro cego ao precipício da amargura”.

Falei que eu vivia bem comigo, os outros é que pareciam se incomodar com o meu jeito de ser e viver. Cléo argumentou: “Vive tão bem consigo que qualquer lamento ou reclamação é suficiente para roubar a sua tranquilidade, deixando que a irritação se torne a dona dos seus dias”. Calei-me diante da verdade. Ela prosseguiu: “Na imaturidade do vitimismo, alimenta o desejo insano que o mundo o compreenda. Revolta-se no anseio tolo que os outros precisam modificar os seus olhares e opiniões para entenderem quem você é, não é assim?”. Esperou que eu me manifestasse. Como eu não sabia o que dizer, a mulher ponderou: “E se eles não mudarem, como você fica? Torna a depressão a senhora da sua vida ou a revolta como a modelo das suas reações?”. Fez uma pausa antes de finalizar com outros questionamentos: “Por que você ainda concede a outras pessoas tanto poder sobre você, a sua vida, paz e felicidade? Por qual razão se aprisiona nas celas das próprias insatisfações construídas por intermédio das insatisfações alheias?”. 

Tornou a abrir os braços, como fazia quando falava o óbvio, e disse: “Os outros são os outros. Você não pode fazer nada que os obrigue a mudar”. Respirou fundo como quem precisa recordar as lições básicas e me lembrou: “Claro que os diálogos são importantes fontes de inspiração para as transformações que em algum momento todos teremos de operar, desde que saibamos ouvir com tolerância, paciência, sinceridade e amor, assim como, ao falar, sejamos claros, serenos, honestos e puros. Do contrário, a irritação conduzirá a conversa para o despenhadeiro das discussões, sem que haja qualquer avanço”.

Argumentei que nem tudo que as pessoas pensam a nosso respeito é verdadeiro. Cléo franziu as sobrancelhas e disse: “Sim e não. De fato, na maioria das vezes, as pessoas projetam as suas dificuldades e transferem para nós o motivo das suas dores. Atribuem-nos supostas culpas por seus sofrimentos e insucessos, quando a causa está nas gavetas bagunçadas das ideias mal construídas sobre elas mesmas e nas emoções turvas do amor que ainda não conhecem. Uma evidente transferência de responsabilidade que devemos lidar com paciência e sabedoria. Há que se ter compaixão para entender e descartar as acusações. Filtre-as e depois entregue-as ao vento. Do contrário, ao guardar nas entranhas ou ao devolver a insatisfação que nos atinge, agiremos exatamente como aqueles cujos comportamentos tanto incomodam. Surgirá uma desagradável sensação de desconforto que deixaremos como rastro pelo mundo”.

Sem perder o ritmo, alertou: “De outro lado, muitas vezes, o olhar do outro pode conter verdades que ainda não estamos prontos para lidar. Então, o negamos como se fosse uma mentira. Por isto que a escuta precisa de sinceridade, para que não haja desperdício de oportunidades. Quando for o caso, aproveite aquelas palavras como embriões evolutivos. Faça bom uso e agradeça com honestidade”.

Arqueou os lábios em sorriso e concluiu: “Em ambos os casos, não há motivo para você se irritar”. Fez uma pausa antes de provocar: “Dito isso, sabendo que o motivo da sua irritação não são os outros, como de início aparentava, por qual razão você está aqui?”. Fez um breve e proposital silêncio para eu alocar as ideias e concluiu o raciocínio ao método socrático: “O que está tão inacabado dentro de você que causa tamanha turbulência em seus dias diante das críticas alheias?”.

Ela não poderia me tratar daquela maneira, como se eu fosse um garoto que desconhecia quem verdadeiramente era. Eu já passara dos cinquentas anos, tinha vivido muitas coisas e trazia uma boa bagagem de experiências e estudos. Aquilo não era apenas absurdo; era ridículo, afirmei. Cléo não se alterou: “Percebe que no momento que alguém aponta algo em ruínas no seu jeito de ser e viver, você se exaspera? O que tanto o incomoda que não pode ser mostrado a ninguém, nem mesmo a você?”. 

Confesso que cogitei a possibilidade de ir embora e deixar aquela mulher insuportável sozinha, bebendo o veneno da própria insensatez. Outra voz dentro de mim pedia para eu não perder a oportunidade que aquela mulher maravilhosa me oferecia, ao me colocar diante de um espelho, me permitindo descobrir parte de quem eu era e não sabia. Apesar do desconforto inicial típico de quando temos de lidar com a verdade, eu sabia que somente após encontrar comigo eu poderia conquistar um pouco mais de mim mesmo.

Eu não conseguia sair do lugar. Tampouco era capaz de articular qualquer palavra. Generosa, Cléo parecia disposta a me ajudar: “Por qual razão você quer sustentar a imagem da perfeição, do indivíduo sem falhas, mas que recebe a menor crítica como se fosse condenado a maior das injustiças?”. Fez uma pausa e acrescentou: “A maturidade é um ponto existencial apenas atingido por aqueles que têm a capacidade de aceitar todas as críticas com humildade, simplicidade e compaixão, agradecendo por aquelas que servirão de aperfeiçoamento e descartando as demais por inadequação. Equilíbrio e força restarão prejudicados enquanto ego e alma não estiverem alinhados aos propósitos evolutivos. Esta é a curva final da maturidade”.

Eu estava com o ego de joelhos e a alma nua. 

Como se o meu passado fosse transmitido diante dos meus olhos em retrospectiva, pude ver o momento no qual o professor me pegou copiando a resposta de um colega na prova de matemática; nunca esqueci a vergonha que senti ao me deparar com os olhares de censura dos demais alunos. Em outra situação, a dificuldade que eu tinha de aprender inglês, acrescida de uma gagueira acentuada na infância, tinha sido motivo para gargalhadas quando li um texto para a turma; ainda que a professora corresse para repreendê-los, os ecos daquela pilhéria ainda me assombravam. Na adolescência, apaixonado por uma linda menina, após meses para ter coragem de declarar todo o amor que coloria os meus dias, me fazia arriscar poesias e sempre caprichar no penteado antes de sair de casa, tive as melhores intenções repudiadas de imediato sob alegação de que jamais namoraria um garoto tão feio e desajeitado. Alguns anos depois, alimentei o desejo de me tornar jogador de futebol, sendo rejeitado após os primeiros minutos dos vários testes a que me submeti. Assisti por muitas vezes os meus pais elogiando os meus irmãos sem ouvir qualquer palavra de aprovação quanto aos meus feitos, por mais que eu tentasse agradá-los. Tive de suportar a reprovação em concurso para uma escola militar, por não ter conseguido a pontuação mínima em uma das matérias, embora na soma total eu houvesse alcançado uma nota maior do que muitos dos concorrentes aprovados; um critério injusto, mas que estava de acordo com as normas estabelecidas. Havia um sem número de situações nas quais eu havia fracassado ou tinha sido repudiado. Mais tarde, em diversas situações, eu tinha feito escolhas erradas, e até mesmo desonestas, motivos que também me atormentavam a memória. Todas eram causas de vergonha que eu acumulava, mas escondia no porão da consciência, o inconsciente, na tentativa de esquecê-las, como se fosse possível arrancar as páginas mal escritas da minha história. Impossível, nunca esquecemos para sempre. Levamos na bagagem quem somos. Não há como se livrar da bagagem. 

A mulher voltou a me corrigir: “Sim, somos a nossa própria bagagem. Isto nos impede de abrir mão dela. No entanto, não seremos eternamente aquele que fomos. O contrário seria equivalente à condenação eterna, uma ideia absurda, cruel e antagônica aos princípios do amor e das leis de evolução. Somos quem nos transformamos. O espírito regenerado se torna a nova bagagem”. Em seguida, acrescentou: “Sempre é possível transformar tristezas em alegrias, fracassos em aprendizados, mágoas em perdão, sombras em luz, demônios em anjos. Exige muita vontade e determinação, mas há como retirar o peso da bagagem e conceder leveza ao viajante. Sempre”.

Com uma clareza estonteante, pude perceber que tinha criado um personagem para ser feliz, na ilusão de que a ficção substituísse a realidade. Passei a usar a máscara da perfeição, um artefato de guerra. Sim, embora não saiba, quem a usa se acredita em constante batalha com o mundo, na tentativa absurda de sair da condição de vilão, pelos constantes fracassos que lhe são apontados, para chegar ao imaginário panteão dos heróis invencíveis na brevidade com que se consome um saco de pipocas no cinema. Essa máscara esconde duas mentiras específicas. Embora o usuário se declare imperfeito como todas as pessoas, em postura de falsa humildade que, na realidade, oculta o orgulho que escolheu usar como escudo para as acusações que tanto o incomodam. Ele evita que as suas fraquezas sejam descobertas e não admite que seus erros sejam expostos. O motivo é simples. Ele precisa continuar a acreditar na mentira que um dia contou para si mesmo, pois ainda sangra e teme a verdade com se fosse uma navalha. 

Ao invés de iniciar a jornada da evolução através de transformações efetivas e verdadeiras, que exigem esforço, coragem e tempo, eu preferi a rapidez e a facilidade dos atalhos. Inventei um personagem. Como em um show de ilusionismo, todas as dificuldades, fraquezas e imperfeições despareceram de imediato. É possível viver assim por muito tempo; jamais pelo tempo todo. Uma hora o espetáculo chega ao fim. Naquele dia, a minha alma esquecida, que há tempos gritava em desespero, finalmente se fez ouvir. A essência pode ser sufocada, nunca assassinada. A irritação com os outros eram os ecos da voz que eu me recusava a escutar. A minha alma clamava por cura e vida. Por verdade e luz.

Apenas naquele dia entendi o alcance da humildade, da simplicidade e da compaixão como virtudes primordiais ao Caminho. Eu precisava ser humilde para aceitar quem eu não era; assim, um dia, me tornar tudo aquilo que posso ser. Para tanto, necessitava direcionar os interesses do ego ao encontro dos valores da alma. Somente através da simplicidade seria possível retirar todos os subterfúgios que me impediam de descobrir a verdade, encontrar comigo e conquistar a vida. Algo impossível sem a necessária compaixão para perdoar a mim e ao mundo, aceitar com alegria o esforço da evolução sem fazer uso de nenhum atalho. Era imprescindível percorrer o Caminho, atravessar cada um dos seus portais, me apaixonar pelas transformações e fazer do Tempo um aliado. A luz é uma conquista lenta e constante. 

A mulher se ajoelhou ao meu lado e me abraçou. Eu me permiti as lágrimas. Chorei como há muito não fazia. Como uma catarse, foi um lindo cerimonial de purificação. Cléo esperou que os sentimentos abrandassem. Ela sintetizou a experiência: “Corretas ou não, cada crítica toca nas feridas abertas das aprovações que você nunca teve, das censuras que ainda oprimem e das pilhérias que sofreu em um dia distante, mas que ainda se fazem presentes em sua memória. Contudo, não podemos permanecer eternamente no cárcere das dores. Superar as angústias do passado é se libertar para a vida. Entretanto, ninguém trapaceia a verdade. A máscara da perfeição não o tornou perfeito; ao contrário, gerou uma grave dependência emocional por aceitação. A raiva se manifestava como síndrome da abstinência de um vício consentido, embora não entendido”. Afastou-se um pouco e prosseguiu: “Para não sucumbir aos sofrimentos, você fez o movimento certo ao fortalecer a sua autoestima, mas na direção errada por utilizar de subterfúgios. O amor-próprio surge na esteira das transformações verdadeiras. A mentira não tem poder de sustentar o amor. As raízes do amor apenas se desenvolvem no solo fértil da verdade”.

Confessei que temia as minhas reações dali por diante. Assustava-me a ideia de que não soubesse aplicar na prática a teoria ensinada. Ela me alertou: “Você continuará a cometer erros, a fazer escolhas equivocadas e a conviver com várias outras imperfeições, porquanto desconhecidas. Desde que esteja sinceramente compromissado com a própria evolução, são situações compreensíveis nesta maravilhosa escola planetária. Seja doce consigo, mas nunca esqueça da sua responsabilidade com a verdade. Somos aprendizes da luz”.

Em seguida, não me deixou esquecer: “O que não poderá ocorrer, sob nenhuma desculpa, hipótese ou argumentação, é o uso da má fé para ferir, assim como se valer da desonestidade nas palavras e nas intenções para conseguir vantagens indevidas. São atitudes incompatíveis com esta fantástica oficina cósmica”. Deixou o olhar vagar pelo horizonte e finalizou: “Somos artesãos da luz”. 

Fui envolvido por uma profunda sensação de serenidade, alegria e bem estar. Cléo ficou de pé e se despediu com um aceno de cabeça. Observei a bruxa caminhar sobre as pedras até desaparecer ao meio de uma revoada de gaivotas. Ao sabor do vento, o vestido esvoaçante embaralhou o meu olhar. Acreditei ter visto asas.

Discussões — 8 Respostas

  • Marcia Helena 11 de abril de 2021 on 01:41

    Como é bom poder ouvir o que, lá no fundo do coração, da nossa alma de alguma forma já sabemos. Mas que perdemos entre a razão e a reação.
    É sempre muito gratificante ler seus texto.

  • FABIO RIGHETTO 31 de março de 2021 on 17:54

    Olá a todos!!! Gostaria de saber se existem livros, grupos de estudo ou locais para estudos e discussões para melhor estruturar o conhecimento e a prática destes ensinamentos. Creio que os textos são inspiradores para muita gente e seria muito bom poder evoluir a partir de orientações e sabedoria daqueles que já trilham este Caminho.
    E agradeço a generosidade dos ensinamentos aqui compartilhados!

  • Leticia Fonseca 31 de março de 2021 on 11:00

    Como eu amo esses textos, muito sentido por aqui. Gratidão!

  • Viviane Barbosa 30 de março de 2021 on 17:40

    Gente que trem lindooo! Estou feliz e muito agradecida. 😍

  • Rosana 29 de março de 2021 on 06:04

    Coisa linda, meu Deus…🥰Gratidão Yoskhaz!

  • Greyce 28 de março de 2021 on 15:34

    Excelente texto, acho que muitos passam por isso, querer ser algo que ainda não consegue… não foi diferente comigo, ainda estou no meu processo de autodescobrimento e mudança.

  • Fernando 25 de março de 2021 on 16:49

    Gratidão profunda e sem fim…

  • Sandro 25 de março de 2021 on 15:35

    Esse texto foi um resgate para mim meu querido, o meu mais sincero obrigado!
    Obrigado sempre por cada partilha, por cada ensinamento.
    Um imenso abraço com todo carinho e respeito