Ingratidão e criatividade

Eu estava muito aborrecido. A decepção talvez melhor retratasse o meu estado de ânimo naquele momento. As amizades são uma das mais poderosas manifestações do sagrado que existem, face o seu aspecto acolhedor e transformador. Amigos nos ajudam a levantar das quedas, servem de lanterna para nos tirar da escuridão, compartilham dos sorrisos e prantos inerentes à existência. Em algumas situações foram como lanchas da guarda costeira a me socorrer dos naufrágios dos dias. Tenho poucos, porém, bons amigos. Diria, os melhores que alguém poderia desejar. No entanto, o Leonardo não era um deles, como eu sempre imaginara. Havia alguns anos, ele passara por momentos de extrema dificuldade. A sua empresa chegara à beira da falência. Sem crédito nos bancos, eu lhe emprestara uma quantia considerável para que pudesse reestruturar a firma. Eu fizera sem nenhuma garantia formal ou documento assinado. Apenas na palavra e sem prazo para pagamento. Quando pudesse, pagaria. Passados quase dois anos, Leonardo honrou o compromisso. Comemoramos o seu bom momento profissional em um memorável jantar. Uma amizade para sempre. Ao menos era assim que eu pensava até a situação se inverter. Cerca de uma década depois, em momento parecido, precisei de dinheiro. Com os limites de créditos estourados, sem chance nos bancos, fui ao Leonardo. Ele me recebeu com carinho, me ouviu com atenção e, ao final, disse que me emprestaria a quantia necessitada. Desde que o meu apartamento fosse dado em garantia. Mais grave, com prazo determinado para pagamento. Se eu não conseguisse quitar a dívida em seis meses, ele ficaria com o imóvel, cujo valor era superior ao empréstimo. Para o meu espanto, eu não estava diante de um amigo, mas de um astuto negociante.

O seu argumento era que não acreditava que eu conseguiria reerguer a editora. De fato, a chegada dos livros digitais, as vendas online e o fechamento de várias livrarias, virara o mercado pelo avesso. Desde os grandes editores até os artesanais, todos buscavam por rotas impensadas para entender para onde e por onde iríamos. Desistir não era uma possibilidade para mim. Sempre considerei as crises equivalentes às tempestades; se entender o movimento das marés e as mudanças dos ventos, chegaremos a paraísos desconhecidos; do contrário, também é fato, conheceremos o naufrágio. Eu tinha escolhido a primeira opção. Todavia, precisava da guarda costeira para me salvar de um iminente desastre. Eu estava à deriva. Apesar dos avisos de SOS, nenhuma lancha veio em ajuda. Tive a sensação de estar sob ameaça de um navio corsário.Os livros acabaram, as editoras idem, declarou Leonardo como quem diz para eu desistir do negócio. Ninguém mais vai se interessar em passar dias envolvido em leitura, se pode conhecer o mesmo assunto depois de assistir a um vídeo de duas horas, previu a próxima tendência do comportamento humano. Se fechar a empresa agora, os seus prejuízos serão menores, vaticinou com um tom de voz típico daqueles que acreditam conhecer o amanhã, além dos designíos e destinos de todas as pessoas. 

Como faço quando estou chateado, subi a Pedra Bonita, um enorme platô de granito, no alto de uma montanha à beira do Oceano Atlântico, no Rio de Janeiro. As boas vibrações telúricas, somadas ao som dançante dos ventos, sempre pareceu facilitar a minha conexão com as Terras Altas, em intensa oferta de intuições, percepções e rara sensibilidade. Era o meu Lugar de Poder, como me ensinou Canção Estrelada. Depois de alguns minutos apreciando a bela paisagem, me recostei em uma pedra de frente para o mar e fechei os olhos. Eu precisava de clareza no pensar, do contrário, não conseguiria encontrar nenhuma saída. Passado um tempo que não sei precisar, as ideias não avançavam. “A mágoa está bloqueando todas as passagens”, ouvi alguém falar ao meu lado. Era Cléo, a bruxa. Morena com o corpo longilíneo, cabelos negros e olhos da mesma cor, com seus vestidos multicoloridos e esvoaçantes, ela levava consigo o mistério de aparecer e desaparecer sem qualquer aviso no topo da Pedra Bonita. Sentou-se ao meu lado sem pedir autorização. Ela tinha o dom de transformar a realidade através das ideias. Sem dúvida, isto é magia.

Perguntei do que ela falava. A mulher explicou: “As emoções densas, como a mágoa, obstruem o desenvolvimento do pensar. As ideias travam; as portas da evolução se fecham. Diferente dos sentimentos sutis que estimulam as asas dos pensamentos para nos levar além de onde estamos”. Fez uma pausa antes de prosseguir: “Não importa a cidade onde moramos, vivemos dentro da nossa consciência, na qual ideias e sentimentos têm uma relação simbiótica. Afundam ou voam juntas”.

Cléo continuou: “Assim como a mente clara desmancha a aspereza das emoções, as ideias turvas poluem o coração. A sabedoria precisa do amor para encontrar as passagens ocultas através das cercas envenenadas do sofrimento. Enquanto você estiver dominado pela mágoa, não achará saída para nenhum problema. Encontrará ideias de conflitos e um desejo inconfessável por vingança. Ainda que nada faça contra ninguém, esse veneno irá adoecê-lo um pouco mais a cada dia. Não há do que reclamar, foi você quem o destilou”. Falei que ela estava enganada; não era mágoa. Ingratidão era o sentimento correto. Leonardo tinha sido ingrato com quem o ajudou em um momento difícil. Faltara a reciprocidade. A bruxa deu de ombros e esclareceu: “Tanto faz, é o mesmo ódio. Ressentimento, decepção, frustração, mágoa ou qualquer outra palavra que busquemos para negar o ódio que não gostamos de sentir, muito menos de admitir, não irá ajudar por nos desviar da verdade”.

Eu quis saber sobre qual verdade ela se referia. Cléo explicou: “O quanto você conhece os aspectos e valores pessoais com o quais se relaciona consigo mesmo e com o mundo. Isto define a sua personalidade que, por sua vez, irá espelhar o seu jeito de ser e viver”. Argumentei que cada pessoa nasce com a sua personalidade. Alguns são extrovertidos, divertidos e sentimentais; outros são tímidos, sérios e racionais, citei algumas das inúmeras possibilidades. Já vieram assim ao planeta; não há como mudar. A bruxa fez não com a cabeça e disse: “Ledo engano. A personalidade não se estreita nesse raciocínio, tampouco é estática. Para que haja evolução, tudo necessita se transformar. Com a personalidade não é diferente”. Olhou para o mar por alguns instantes, como se buscasse inspiração, e explicou: “Um sujeito orgulhoso terá mais dificuldade em lidar com a negativa de outra pessoa do que um indivíduo humilde; enquanto o primeiro se sentirá ofendido ou magoado, o segundo entenderá as razões ou as dificuldades do interlocutor. Pensamentos e emoções que envolverão ambos serão diferentes e também determinantes, tanto para o bem estar quanto para as soluções que cada um encontrará. Modificar aquilo que precisa melhorar em si mesmo, seja o que for, é uma vertente necessária para quem deseja seguir em frente”.

Franziu as sobrancelhas negras e disse: “O assunto é mais amplo e profundo do que a maioria das pessoas se dá conta. Assim, não percebem como elas próprias influenciam a calma ou as tormentas dos seus dias e definem o próprio destino. Menos pelo poder da vontade, mais pela capacidade de pensar e sentir. Percepção e sensibilidade são primordiais para guiarem o agir; formam o leme que direciona a embarcação. A vontade é o motor que a impulsiona”.

Por perceber a atenção que eu dava as suas palavras, se animou em prosseguir: “O medroso verá a dificuldade como um empecilho, enquanto o corajoso encontrará nela um motivo de superação. O mesmo problema é visto de diversas maneiras em razão do olhar de cada pessoa. O jeito de pensar, a maneira de lidar com as emoções e a personalidade encurtam ou expandem a nossa capacidade de enxergar. Isto define a verdade pessoal. Percepção e sensibilidade se tornam fatores estruturais da consciência”. Lembrei da célebre citação contida no Sermão da Montanha, quando os seus olhos são bons todo o universo é Luz. Cléo sorriu em aprovação e acrescentou: “Olhos bonssignificam uma mente clara, um coração sereno e uma personalidade disposta a se transformar a qualquer instante. Todos os dias são perfeitos para se tornar uma pessoa diferente e melhor. Como consequência, a realidade se modifica ao passo e compasso dos nossos olhos”.

Não tinha como discordar da bruxa. Todavia, nada naquelas palavras servia para desmanchar a ingratidão do Leonardo, a quem eu havia ajudado em momento de semelhante dificuldade pela qual eu passava. Cléo não concordou comigo. Fiquei desconcertado com a explicação dela: “O problema é seu, seja financeiro, seja emocional. Não é justo transferi-lo. Leonardo não tem nenhuma obrigação de agir da mesma maneira que você. Do contrário, aceitar a sua ajuda faria dele um refém das necessidades que algum dia você poderia ter. Ele ficaria aprisionado as eventualidades de quem o socorreu. Ninguém deve viver assim”. Olhou para o céu azul como quem roga por boas palavras e disse: “Ajude a todos, mas faça por você. Quando ajudo alguém nunca devo fazer pelo outro, mas pelo meu próprio bem. Pelo amor que tenho no coração, pela luz que orienta a minha alma. Tão e somente. Se eu fizer pelo outro, criarei uma dívida de quitação complicada, como são as absurdas obrigações emocionais. Tanto o amor quanto a luz são um compromisso, nascem dentro da gente para viverem no mundo; são motivos de alegrias. Obrigações são imposições que vem do mundo para viverem dentro da gente; por isto causam desconforto e nunca encontram lugar”. Em seguida concluiu: “Se tiver que ajudar alguém, faça por você; jamais por ninguém. Do contrário, irá se arvorar na ridícula posição de credor do mundo”.

Eu precisava alocar aquelas palavras em mim. Como se adivinhasse, a bruxa me ajudou: “Ingratidão é o comportamento daquele que não reconhece a graça recebida. Em seu significado original, a palavra graçase refere a um movimento sagrado que nos socorre em momento de aflição. Ingratidão revela que alguém não foi agraciado em amor e luz diante de uma determinada situação. Logo, a ingratidão pertence a ele, nada tem a ver contigo. Sim, olhos enevoados o permitiriam se sentir abandonado pelo Leonardo, sem a devida reciprocidade que um dia você praticou. Contudo, se tiver clareza no olhar, entenderá o convite que a vida lhe faz para ir além de onde sempre esteve. Os imaturos acreditam que apenas dinheiro resolve problemas financeiros. Os maduros, se valem da própria força e equilíbrio. Isto lhes concede o poder da criatividade. Uma ferramenta capaz de criar portas onde todos enxergam um muro instransponível”.

Interrompi para dizer que estimular a minha criatividade não tinha sido a intenção do Leonardo ao recusar ajuda. Cléo deu de ombros e falou: “Não importa”. Diante do meu espanto, ela aprofundou o raciocínio: “Quando vivemos em função das escolhas alheias, elas limitam as alegrias e espraiam as tristezas. O nome disto é dependência emocional. Um nefasto jeito parasitário de ser. Algo inconcebível à felicidade e a paz. Não há nada de errado em pedir ajuda; em vários momentos e por diversos motivos, todos precisam. Sem exceção. Contudo, se faz primordial entender que a negativa de outra pessoa não pode ter o poder de impedi-lo de seguir em frente. Avançar depende apenas da sua força e equilíbrio. Nada mais. E isto é você consigo mesmo. Ninguém mais”. 

A bruxa sugeriu: “Tenha compaixão pelo Leonardo. A sua compreensão amorosa pela dificuldade de entendimento e acolhimento por parte dele, fará com que o ódio, que você prefere denominar de ingratidão, arrefeça até se desmanchar por completo. Embora muitos não compreendam, isso nos diz muito sobre a liberdade, bem mais do que meramente andar solto pelas ruas ou pendurar uma mochila nos ombros para viajar pelo mundo. Os cárceres mais rigorosos são aqueles impostos à mente e ao coração quando aprisionados ao ódio”.

Em seguida, se levantou e rodopiou em dança estonteante à beira do penhasco. Aos poucos, foi se afastando até desaparecer no meio das gaivotas que, em revoada, embaralhavam a minha visão e pareciam se fundir ao vestido esvoaçante da bruxa. Sozinho, me apoderei das suas palavras para descontruir alguns conceitos e construir outros tantos em mim. A ingratidão tinha sido uma característica da atitude do Leonardo. Deixar que se tornasse uma emoção a me possuir era uma permissão que eu não poderia conceder. Talvez ele não olhasse o meu negócio sob o mesmo prima que eu observava; talvez não estivesse disposto a arriscar naquilo que acreditava estar fadado ao fracasso; talvez duvidasse que eu fosse lhe pagar, caso a editora fechasse. Eram muitas variantes. Contudo, na verdade, não importava. As razões eram dele, não minhas. Importante era aceitar que ele tinha direito a qualquer uma delas. Eu precisava me manter em meu eixo de luz. Se eu assim fizesse, nada nele poderia me impedir de seguir em frente.

A mim cabia a compaixão para acolher a escolha do Leonardo que, a princípio, contrariava os meus interesses. No entanto, jamais poderia faltar disposição para continuar me construindo; este sim, será sempre o meu melhor negócio. Independente do que acontecesse com a editora, sou muito mais do que qualquer empresa. Todos somos. O que enobrece é a dignidade, nunca o sucesso empresarial. Ao envolver o Leonardo em sincera compaixão, aceitei que ele não tinha nenhuma obrigação comigo. Ninguém tem. Diferente das obrigações, nas amizades valem os compromissos, pois falam da vontade que nasce no coração para florescer na consciência. Por isto, são suaves e alegres. Têm a linguagem do amor.

Ao metabolizar esse raciocínio, fui tomado por agradável sensação de leveza. Era o meu coração que sorria e bailava, pela simples razão da mente transbordar em clareza. A suavidade dos sentimentos conduziam os pensamentos a lugares desconhecidos. Belas paisagens. Permite-me pensar sem pressa, como fazem aqueles que trazem a paz em si. Então, como numa sequência cadenciada, fui visitado por ideias fantásticas. Criatividade são as passagens secretas para além da mesmice das soluções consideradas únicas. Absolutamente tudo está sob o poder da criação. Somos criadores das nossas próprias criaturas. Assim sendo, os meus problemas também são criados por mim e em mim permanecem enquanto eu me negar em aceitar que posso criar todas as soluções. Nem sempre as óbvias, mas também aquelas até então impensadas.

Desistir da editora? Não se tratava disto. Mudar a rota não significa desistir da viagem, mas criar alternativas para não perder o rumo. O rumo? Ora, será sempre a minha essência. Transforma-se para chegar ao destino de si mesmo exige desapego e criatividade. Era chegado a hora de aceitar algumas perdas; do contrário, jamais haveria outras conquistas.

Fingir que um problema não existe jamais significará a sua solução. No entanto, havia algum tempo, eu percebia a presença de uma nova estrada, cuja entrada se aproximava. Eu resistia à mudança de rota. Muitos são os motivos que nos levam a este comportamento. Medo, apego e teimosia são os mais comuns. Durante anos, a editora apostara em trazer obras de autores internacionais consagrados, ao custo de elevados royalties pagos antecipadamente em moeda estrangeira, com câmbio desfavorável e flutuante. Uma situação insustentável para uma editora de tamanho médio, sem o aporte financeiro dos grandes conglomerados. E se ao invés de insistir nesse modelo me atrevesse a criar outro? Diminuir o tamanho da empresa, se necessário deixar que se tornasse artesanal, mas que apostasse em jovens autores brasileiros, não em idade, mas em início de carreira, que se atrevessem a se aventurar ao meu lado? Proporia um novo formato de contrato no qual se tornariam sócios da editora em suas próprias obras; as vendas seriam realizadas apenas pelo site da editora, fato que permitiria um inédito percentual de pagamento quanto aos direitos autorais dos escritores. 

Outro detalhe seria o acabamento e diagramação dos livros; seriam tão artísticos quanto os seus conteúdos. Imagens confeccionadas por artistas gráficos desconhecidos, em busca de divulgar os seus talentos. Seriam contratados para ilustrar as obras por um valor acessível a realidade da editora. Um bom negócio se caracteriza quando todos ganham. Figuras e letras se uniriam para contar histórias, expandir ideias e impulsionar descobertas, que além de embelezar os livros, auxiliariam a abrir as portas do poderoso inconsciente. A arte também tem este poder. No mais, reduziria o número de títulos para me concentrar em obras que versavam sobre Filosofia e Metafísica. Ao invés de seguir a tendência do mercado de economizar no papel e na impressão para baratear o custo final, como maneira de ganhar na quantidade, eu faria tudo diferente e andaria na contramão do fluxo. Faria livros refinados para quem os ama e os tem como obras de arte. Uma editora-boutique; um atelier literário. Seriam mais caros, porém, serviriam a muitas gerações. O bom saber está no planeta há milênios. Nenhuma tecnologia substituirá a viagem proporcionada pela leitura. Tais como os diamantes, os livros são eternos. Eu os faria para durar séculos. Seriam poucos, mas seriam maravilhosos. 

Sim, os riscos eram enormes, mas perder é melhor do que nem tentar. Se antes eu queria aumentar de tamanho, naquele momento entendi que a saída era redimensionar o conceito da empresa. Ela se tornaria pequenina para ganhar leveza e, assim, atravessar os precipícios das dificuldades. Elefantes são pesados demais para voar.

Quando subi a Pedra Bonita, eu era um editor. Ao descer, outro. Algo estava pronto para vir à tona e me virar ao avesso. Mais uma vez. Eu sabia que não ficaria só nisso, mas era apenas o início da criação. Assim são as viagens de descoberta. Todos os dias servem para esses encontros. Eu me sentia como um garoto em uma plataforma de embarque rumo ao desconhecido de mim mesmo. Uma aventura irresistível. Animadíssimo, agradeci à Cléo por me ensinar sobre magia, transmutação e evolução; por me fazer compreender sobre o peso e o erro de carregar a ingratidão na bagagem e por me lembrar das chaves, sempre disponíveis, da criatividade. Impossível não agradecer também ao Leonardo por, mesmo sem saber, ter me ajudado a encontrar um inusitado caminho. 

Discussões — 10 Respostas

  • Michel 16 de setembro de 2021 on 15:21

    Texto veio na hora certa🙏🏾💚

  • Marcelo Augusto G. de Souza 14 de setembro de 2021 on 12:29

    Bom dia, como sempre mais um Texto fantástico e rico em lições!!

  • Genolina Nascimento 11 de setembro de 2021 on 09:32

    oi

  • Célia Elizandra 1 de setembro de 2021 on 08:06

    Seus textos são luz quando meu coração se enche de sombras. Muito obrigada. 🙏❤

  • Lazi 30 de agosto de 2021 on 12:01

    🙏❤️

  • Fernando 28 de agosto de 2021 on 08:18

    Uma aventura irresistível.
    Gratidão profunda e sem fim amado irmão e amigo,
    sem fim…

  • SCHWEITZER 26 de agosto de 2021 on 15:13

    Diminuir para crescer, uma ideia genial que ensina que o poder que sempre buscamos fora de nos, existe apenas no amago de nossa alma imortal.

    Amei.

  • Zilda Oliveira 26 de agosto de 2021 on 03:52

    Gratidão,uma bela reflexão!

  • Adilson 26 de agosto de 2021 on 02:10

    Magia é se deparar com textos que falam diretamente conosco… ; – )

  • Terumi 25 de agosto de 2021 on 23:16

    Gratidão 🙏